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segunda-feira, 23 de março de 2020

Plano da expedição "Médio São Francisco e Chapada Diamantina"

Modalidade: viagem cooperativa de carro (até 4 pessoas por veículo), pernoites em quartos duplos de pousadas.
Duração e datas: aproximadamente 3 semanas (de 2 a 4), no período junho - outubro de 2020.
Objetivo principal: Parque Nacional da Chapada Diamantina - cachoeiras, grutas, mirantes etc.

(fonte: Google Fotos)

Motivação adicional: Rio São Francisco e suas cidades históricas; cavernas de Minas Gerais em Sete-Lagoas, Cordisburgo, PN Cavernas do  Peruaçu; belezas da faixa leste de Minas Gerais.

Roteiro circular: Taubaté - Rio São Francisco (até Ibotirama BA) - Chapada Diamantina - Leste de Minas Gerais - Taubaté

Esboço de mapa (link):

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Trans-Siberiana básica - até Baikal, ida e volta

Este roteiro não chega ao ponto final nem da famosa ferrovia, nem de um dos ramais, e nem entra na zona de ramificações. Mas, em compensação, compreende ida e volta pela mesma região, mais povoada, otimiza paradas, e dispensa parte aérea. E o mais importante, tem como alvo principal o Lago Baikal, a maior joia de todos esses percursos. O segmento de ida, Moscou - Irkutsk (Baikal) é baseado na parte inicial do roteiro econômico oeste-leste, e o segmento de retorno na parte final do roteiro econômico leste-oeste, com devidas adaptações para evitar duas paradas no mesmo lugar e para alcançar maior abrangência. O ponto da ferrovia mais afastado de Moscou será terminal ferroviário de Irkutsk (ИРКУТСК), a 5193 km contados pelo trajeto norte.

Portanto, a quilometragem total da jornada sera de 5 dígitos, acima de 10 mil km. Horários e preços vigentes em outubro de 2013 (iniciando a jornada em 01.10). Nas outras temporadas boas haverá nada menos opções de trens, mas tarifas podem subir um pouco.

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

Trans-Siberiana - roteiro leste-oeste


Este variante pode ser considerado como inversão de roteiro econômico e indicado para temporada de abril-maio-junho. As tarifas aéreas neste período convidam voar de Moscou para Costa Pacífica, já que no começo de férias o povo de lá segue aos destinos de lazer e há muitos lugares vazios na contra-mão do fluxo principal. Alias, experimentamos esse jeito em 2011 (relato: Crônicas de uma viagem Trans-Siberiana), portanto usaremos nosso "know-how" no desenvolvimento de um roteiro mais genérico. As principais metas: custo-benefício, paradas mais de dia e noites mais em trens do que em hotéis. Então, estamos começando em Vladivostok (ВЛАДИВОСТОК), no km 9288 da Ferrovia Trans-Siberiana (foto ao lado).

Tomaremos como base horários vigentes em outubro, com data fictícia de início da jornada ferroviária (dia 3 deste roteiro) na terça-feira 01.10.2013. Em abril-junho haverá nada menos opções, e tarifas não devem variar consideravelmente também, salvo em alguns feriados.

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Trans-Siberiana - roteiro econômico tranquilo


Continuando ensaio para temporada de agosto-setembro de 2013, que comecei com um roteiro expresso. Por motivos de tarifas aéreas, neste período é mais indicado viajar de trem na direção oeste - leste, de Moscou a Vladivostok, e retornar de avião. Nesta vez não teremos objetivo de encaixar a viagem toda em 2 semanas e reduzir custos logísticos ao limite. Mas evitaremos outros extremos também, tanto em duração (a permanência na Rússia sem visto pode ser até 90 dias diretos para brasileiros), quanto em gastos. Buscaremos um roteiro equilibrado, com melhor custo-benefício, para aproveitar bem alguns lugares interessantes no caminho, parando preferencialmente de dia e passando noites sobre trilhos.

domingo, 21 de julho de 2013

Trans-Siberiana - roteiro econômico expresso

Como já expliquei em postagens relacionadas citadas acima, a autêntica (e mais econômica também) Ferrovia Trans-Siberiana, de mais de 9 mil km, liga capital da Rússia Moscou com cidade portuária Vladivostok na Costa Pacífica do mesmo país, e não deve ser confundida com nenhuma das suas ramificações internacionais, mais curtas, por sinal. E para ser mais econômica ainda, basta de ser percorrida em uma direção só, ida ou volta, completando com passagem aérea promocional na outra. A disponibilidade de boas tarifas aéreas depende de temporada, caso parece que tudo é igual, sugiro voar de Moscou a Vladivostok e voltar de trens, como foi a nossa experiência. Mas em agosto-setembro é outra temporada, voo de Moscou a Vladivostok custará uns 13 mil Rublos, e de volta mais ou menos metade disso. Portanto, faremos agora um ensaio ferroviário de ida para leste.

sábado, 8 de junho de 2013

Asunción, PARAGUAI

Cidade no Rio Paraguai fundada em 1537, altitude 43 m. Mais de 0,5 milhão de habitantes no município e 2,5 milhões na área metropolitana (Grande Asunción). 1290 km de São Paulo (via Ciudad del Este, 330 km) com várias frequências de ônibus e alguns voos diretos. Paradoxo das tarifas rodoviárias: a passagem de ônibus São Paulo - Asunción não é mais cara que só até Foz de Iguaçu, 350 km mais perto, mas sem atravessar a fronteira.

Aeroporto de Asunción - Aeroporto Internacional Silvio Pettirossi (IATA: ASU - ICAO: SGAS), servido pelas cias. TAM, GOL, BQB, Aerolíneas Argentinas, TACA, COPA, American Airlines.

O Terminal de ônibus de Asunción (localizado na zona sul, a 7 km do centro - coordenadas Wikimapia) é bem estruturado e recebe linhas diretas de muitas localidades do Paraguai. Há também linhas internacionais que conectam com várias cidades brasileiras a argentinas e com mais importantes centros de Bolívia, Chile e Peru. Mais informações e ônibus interurbano e ilustrações: Paraguai de ônibus

Principais atrações:
Centro histórico: Plaza de Armas e outras praças, Panteão, igrejas, museus, comércio;
Parques, Jardim botânico, orla da Baia de Asunción e do Rio Paraguai
Excursões pela região - sítios históricos e naturais.

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Bolívia de ônibus


Teoricamente, a Bolívia deveria ter conexões de ônibus com o Brasil quase tão boas como o Paraguai: embora suas principais cidades e seus pontos turísticos estão um tanto mais distantes das maiores cidades brasileiras, o poder de atração é bem maior, e o tráfego aéreo entre dois países também está abaixo da demanda. Mas não é isso que acontece. Em contraste com muitas frequências semanais que atendem as capitais do Paraguai, da Argentina e do Uruguai, atualmente não há nenhuma linha internacional brasileira que chegue a algum dos pontos centrais da Bolívia. Apenas uma empresa, a ANDORINHA, conecta Brasil ao interior boliviano, mas não longe da fronteira, só leva até Puerto Suarez (menos de 20 km da divisa em Corumbá MS - Puerto Quijarro, e faltando mais 600 até a Santa Cruz de la Sierra). Esta linha começa no Rio de Janeiro e tem paradas em São José dos Campos, São Paulo e Campo Grande. Saídas diárias às 10 h do Rio de Janeiro, passando às 15 h em São José dos Campos e em 16:50 em São Paulo (terminal Barra Funda). Atenção: no site da ANDORINHA as cidades Corumbá, Puerto Quijarro e Puerto Suarez constam como um local só - "DIVISA BR/BO". Retorno: partida às 11:30 de Puerto Suarez, parada em Puerto Quijarro para tramites de fronteira, depois há ainda parada no terminal de Corumbá.



Eu não conhecia nenhuma linha das empresas bolivianas que atravessa a fronteira, até receber este comentário do Rafael Ferreira Viva (embaixo, de 31 de outubro de 2016, 22:04). As duas linhas que ele indicou são:
São Paulo (terminal Barra Funda) -  Puerto Suarez, da Empresa Cruceña;
São Paulo (terminal Barra Funda) -  Santa Cruz de la Sierra, da e La Preferida Bus.
Esta última tem até o próprio site, com seguinte itinerário:
http://lapreferidabus.com.bo/inicio/itinerario/ 
Saídas diariamente às 15 h de São Paulo (Barra Funda) e às 19h30 de Santa Cruz de la Sierra.

Entretanto, a maioria dos viajantes continua fazendo conexão em Corumbá MS - Puerto Quijarro, onde se juntam linhas nacionais. Do lado brasileiro servidas pela própria ANDORINHA: 9 vezes por dia e-para Campo Grande - MS (6 horas de viagem, a partir de RS 84), com algumas conexões para São Paulo e Rio de Janeiro (há também 1-2 frequências diretas que ainda não aparecem no site da empresa). Do lado boliviano atualmente ocorre uma explosão de serviços rodoviários entre Puerto Quijarro e Santa Cruz, com várias operadoras e todas classes de conforto. O terminal rodoviário fica ao lado do Mercado Central, exatamente aqui: coordenadas Wikimapia, apenas a duas quadras do Terminal Ferroviário. Sim, ainda continua em operação aquele "ônibus sobre trilhos", o FERROBUS, bem como composições mais simples, todas de noite (consulte o site da operadora FERROVIARIA ORIENTAL S.A.). Mas recomendo ir de ônibus mesmo e apresento algumas ilustrações abaixo.

Outro ponto de possível conexão na fronteira, entre Cáceres MT (destacamento militar Corixa) e San Matias, é utilizado praticamente só pelos moradores da região próxima. Do lado brasileiro se chega de ônibus ou van partindo da rodoviária velha (centro) de Cáceres (80 km). Há 2 empresas e poucos horários por dia, no domingo menos ainda. 7-8 km entre linha de fronteira e terminal ferroviário de San Matias podem ser vencidos com ajuda dos táxi bolivianos, depois segue de ônibus para Velasco e adiante, até Santa Cruz de la Sierra (700 km, maior parte sem pavimentação). Consulte experiência desta travessia no relato No caminho para San Ignácio de Velasco, Bolívia.

sábado, 20 de abril de 2013

Encantos de San Ignácio boliviana


Entre atuais cidades históricas, fundadas na América do Sul pela Companhia de Jesus nos séculos XVII e XVIII, há pelo menos três que levam nome do fundador desta Ordem. A mais visitada por turistas estrangeiros está na Argentina, e suas ruínas da missão San Ignácio Mini, com mais três vizinhas, fazem parte do mesmo objeto UNESCO No. 275 que já apresentada São Miguel das Missões - RS. Confesso, que já passei pela San Ignácio Argentina de ônibus, mas ainda não parei. É fácil demais, terei outras oportunidades. Não parei também em San Ignácio Major, paraguaia. Da missão maior as ruínas quase não sobraram, e segui direto para patrimônio histórico do Paraguai mais bem conservado, em Dep. Itapuá. Mas a San Ignácio boliviana é imperdível, embora não faz parte da lista mundial. A sua joia principal já foi visitada, mas ainda há outras coisas para curtir.

Começando com aquela maravilha de calçadas cobertas, elas se estendem muito além do perímetro da praça principal.



Principalmente pelas ruas comerciais da cidade, no sentido sul da praça. Aqui encontramos colunas talhadas e outros enfeites de madeira.

quinta-feira, 18 de abril de 2013

No caminho para San Ignácio de Velasco, Bolívia


Cuiabá – Cáceres – San Matias - San Ignácio de Velasco

San Ignácio de Velasco foi meu primeiro alvo nesta viagem. Embora a sua igreja não consta na lista UNESCO, por causa de campanário construído nos tempos modernos, a herança jesuítica nesta cidade é grande e bem cuidada. Além disso, ela é maior que todas as vizinhas, e serve como base para explorar a Chiquitânia. Com sua localização estratégica, possui linhas de ônibus para todas 6 cidades deste objeto de Patrimônio Cultural da Humanidade, bem como para Santa Cruz de La Sierra e para ponto de fronteira Bolívia – Brasil em San Matias. Assim, com apenas 6 dias livres, e com milhas suficientes para comprar apenas passagens aéreas nacionais, resolvi ir para San Ignácio o mais rápido possível, desembarcando no aeroporto de Cuiabá no sábado a noite e atravessando a fronteira no domingo de manha. Deixando San Xavier e Concepcion, que ficam no caminho entre San Ignácio e Santa Cruz, bem como a própria Santa Cruz, para outras ocasiões, de San Ignácio seguir para outras cidades históricas, terminando pela San José de Chiquitos, de onde é fácil voltar ao Brasil pela Corumbá. A passagem de retorno para São Paulo, então, foi de Campo Grande, na sexta a noite.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Chile de ônibus

Sim, embora não temos fronteira com o Chile, existem linhas internacionais de ônibus, que ligam principais metrópoles dos dois países (4-5 frequências semanais no total).

A brasileira PLUMA (operadoras de ônibus) 2-3 vezes por semana faz a rota de Rio de Janeiro a Santiago via São Paulo, Curitiba, Balneário de Camboriú, Florianópolis, Porto Alegre, Uruguaiana. A chilena CHILEBUS INTERNACIONAL opera mesma rota 2 vezes por semana. A duração de viagem é quase 60 horas (percurso completo) e a travessia da Cordilheira dos Andes é a parte mais emocionante.

Para viajar pelo Chile, o ônibus também é uma boa opção. Alias, no sentido transversal à "régua chilena" é único meio de transporte público. É bem organizado, transparente. O índice de cumprimento dos horários é alto e os passageiros são também fiscais que controlam a velocidade: há velocímetros visíveis a todos.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Argentina de ônibus


A Argentina é bastante acessível de ônibus, em intensidade de conexões com o Brasil só perde para Paraguai. Embora, haja muitos voos para Buenos Aires, com preços bastante convidativos, ir de ônibus também é uma boa solução, principalmente para explorar o norte do país. Mas no caso de caminhos que passam pela Buenos Aires também funciona bem, em especial, se fizer o truque mágico com combinação aérea-terrestre. Quer dizer, tirar passagem-prêmio só de ida ou de volta e completar com outro meio de transporte.

Existem linhas a Argentina das seguintes empresas brasileiras:
PLUMA, REUNIDAS, OURO PRATA (links em operadoras de ônibus).

domingo, 13 de janeiro de 2013

Paraguai de ônibus

Paraguai é o vizinho mais próximo às maiores metrópoles brasileiras, e melhor conectado a elas por linhas internacionais de ônibus. Há rotas de pelo menos seis companhias, com várias opções aos dias úteis e algumas nos finais de semana também (cerca de 40 frequências semanais no total).

As empresas brasileiras que trabalham neste mercado: PLUMA, NACIONAL EXPRESSO, UNESUL, CATARINENSE, os sites consulte na lista operadoras de ônibus.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Trens de longa distância no Brasil


No Brasil há várias linhas de trens suburbanos que operam dentro das áreas metropolitanas, mas não ajudam na logística de longa distância. O mesmo vale para numerosos trens turísticos, de curta distância, que operam nos finais de semana. Vários desses têm locomotivas históricas a vapor, e todas cabem no item "Atrações" e não na "Logística". Entretanto, atualmente existem duas linhas autênticas de longa distância, operadas pela VALE S.A..

Desde velhos tempos funciona a linha Belo Horizonte - Vitória (664 km, bitola 1 m).



Transporta ca. 1 milhão de passageiros por ano. Não há camarotes com camas, apenas poltronas de 2 classes. Dia inteiro de viagem (7:00 – 20:10 ida e 7:30 - 20:30 retorno, diariamente). Existe conexão com uma ramal (mais 242 = 905 km). Consulte horário aqui. As estações intermediárias e os preços de passagens por trecho constam nesta Tabela.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Transporte fluvial na Amazônia

Agência Nacional de Transportes Aquaviários - ANTAQ é o órgão que regulamenta este setor e publica as estatísticas operacionais. Conforme à ANTAQ, no Brasil atualmente há 21 mil km de vias navegáveis, utilizadas para transporte de cargas em quase toda a extensão. Linhas regulares de passageiros funcionam em mais de um terço da malha (6360 km), todas funcionam na bacia SOLIMÕES-AMAZONAS (6047 km) e TOCANTINS (313 km).


(Fonte: ANTAQ)

Os pontos vermelhos neste mapa representam portos de passageiros, ou seja, bases operacionais da frota. Nos mesmos trechos há também vários outros pontos de paradas para embarque e desembarque, no total são 106 terminais cadastrados, sendo 64 no Pará, 30 no Amazonas, 11 no Amapá e um em Rondônia. Funcionam 222 linhas, servidas por 420 embarcações. O número total de passageiros é estimado em 14,5 milhões por ano (http://agenciat1.com.br/?p=9940). As linhas mais populares são seguintes:

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

Documentos, vacinas, formalidades


Para viajar dentro do Brasil precisa de um documento pessoal válido. Pode ser R.G., ou carteira de habilitação, ou carteira profissional com foto. Ou até mesmo o passaporte, que serve para viagens ao exterior.

Atualmente há como visitar alguns países vizinhos sem passaporte, o R.G. pode ser aceito também. Mas há tantas restrições, em relação à data de emissão, ao estado físico do documento etc., que é bom levar o passaporte junto, para maior segurança.

terça-feira, 11 de dezembro de 2012

Dicas para viajar (e viver) bem


Aproveite as oportunidades, a vida é curta. Se Você tem muita vontade de viajar, não fique no aguardo de muito dinheiro e muito tempo livre, essas três coisas raramente andam juntas.

Não imite ninguém que impõe quaisquer restrições em relação aos meios de transporte ou outras. Todas essas "só na classe executiva", "só de carona", "exclusivamente pela superfície, nada de aviões", "só pacotes", "pacotes nunca" etc. são bobagens e vaidades que acabam roubando uma parte valiosa das oportunidades.