A cidade de Cuiabá já tem um pouquinho mais de três séculos, e a sua igreja mais antiga também já está chegando aos 300 anos de idade também.
Reforçando o poder alquímico de pensamento positivo pela prática de viagens semi-improvisadas
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
A arquitetura religiosa de Cuiabá
sábado, 7 de agosto de 2021
Petrópolis - RJ
A Petrópolis foi fundada em 1843 nas montanhas ao norte da então capital Rio de Janeiro (distância rodoviária atual 70 km do centro ao centro), para servir como refúgio do imperador na estação mais quente do ano. Altitudes de 840 a 900 metros acimo de nível do oceano e altas montanhas ao redor cobertas de vegetação exuberante realmente proporcional clima agradável e paisagens inspiradoras, dignas à "Cidade Imperial". As tarefas de construção do palácio e da urbanização dos seus arredores foram realizadas por um grupo de imigrantes alemães sob comando do engenheiro-major Júlio Frederico Koeler, antes da naturalização conhecido como Julius Friedrich Koeler (1804-1847), e a obra deles continua sendo um ótimo exemplo de cidade planejada concebida em harmonia com a natureza. Embora isso não se aplica a todos os bairros da Petrópolis que cresceram depois: a cidade já tem mais de 300 mil habitantes e diversas padrões de ocupação. Mas continua guardando estes ares da "capital escondida" e mantém tradições das primeiras cervejarias do Brasil:
domingo, 28 de junho de 2020
Florianópolis - SC
A cidade foi fundada em 1673 por expedições do território do estado atual de São Paulo, mais precisamente do porto de São Vicente. A sua população permanente atualmente é cerca de 0,5 milhão de habitantes, mas no verão pode dobrar ou até triplicar. A explicação disso é seguinte: o território do município de Florianópolis é constituído principalmente pela grande (maior do Atlântico Sul) ilha de Santa Catarina, dona de muitas praias de primeira qualidade. Esta ilha se estica por 54 km no sentido norte-sul, com largura até 18 km, e o estreito que separa do continente na parte central é reduzido até 0,5 km. É lá que se localiza a parte continental de Florianópolis e foram construídas três pontes que tornaram a ilha tão acessível.

Aqui, em primeiro plano, fica a parte central da cidade, que surgiu no extremo oeste da ilha. Adiante aparece a parte continental de Florianópolis, que se funde com o território do município vizinho de São José (cerca de 250 mil habitantes). Além disso, o núcleo da aglomeração da Região Metropolitana de Florianópolis é composto pelos municípios costeiros de Palhoça (170 mil) e Biguaçu (70 mil), o primeiro do lado sul de São José (à esquerda nesta foto) e o segundo do lado norte. Formalmente esse núcleo, com uma população permanente de mais de um milhão de pessoas, inclua mais cinco cidades pequenas e mais distantes: Governador Celso Ramos ainda mais longe na costa norte, Santo Amaro da Imperatriz, Antônio Carlos, Águas Mornas e São Pedro de Alcântara respectivamente do sudoeste, do oeste e do noroeste, já no sopé da Serra do Tabuleiro.
Atrações principais:Praias e dunas da Ilha de Santa Catarina;
Museus de fortificações coloniais no nordeste da ilha principal e nas ilhas menores do estreito;
Avenida-parque beira-mar que contorna a zona central da cidade;
Centro Histórico e suas praças com árvores centenárias, igrejas, palácios, mansões, teatros, mercado...
Excursões pelas praias continentais;
Excursões para cidades de imigração alemã e italiana no leste do estado de Santa Catarina.
PRAIA LAGOINHA DO LESTE - um tesouro escondido no sudeste da ilha, acessível só por trilha;
ILHA DO CAMPECHE - uma das pequenas ilhas do arquipélago de Santa Catarina, próxima à costa leste da ilha principal, alvo de excursões em embarcações de diversos tipos;
MUSEU O MUNDO DE OVO ELI HEIL - um museu particular e muito específico que fica fora da cidade, visitação por agendamento.
quinta-feira, 5 de dezembro de 2019
Europa extremamente Oriental
Esta cidade no rio do mesmo nome Ural (Oral) que delimita Europa e Ásia foi bastante visível na história do Império Russo, mais em contexto da rebelião dos cossacos sob comando de Emelian Pugachov na região dos Urais e do Volga em 1773-1774. Os cossacos (agricultores armados) começaram a explorar esta região no final de século XVI, e no ano 1584 (dois anos antes de fundação da fortaleza imperial de Samara no rio Volga) já fixaram um povoado nas margens do rio Ural. Em 1591 elem juraram fidelidade ao império, e receberam autonomia total para proteger esta região fronteiriça, que perdurou até os tempos do Pedro Grande. Em 1613 o primeiro povoado foi destruído durante um ataque dos nômades, e logo os cossacos construíram uma fortificação mais consistente 50 km rio abaixo, e assim começou a cidade atual. Cuja população cresceu moderadamente - até 230 mil habitantes, aproximadamente um milhão a menos do que em Samara.
Mais um aspecto particular: a árvore genealógica do primeiro autor acende aos cossacos do rio Ural, e este local está apenas a 260 km da sua cidade natal - Samara, RÚSSIA. Efetivamente, nos tempos da URSS foi uma das duas capitais provinciais mais próximas à Samara, junto com a Ulianovsk, mas deixou de ser visitada por uma combinação de fatores. Esta falha foi corrigida só em 2015, devido ao interesse de um grupo de amigos aos marcos geográficos de "limite entre Europa e Ásia" e já valeu uma viagem internacional. Depois de desintegração da URSS a cidade com maioria de população russa ficou no novo e interessante país chamado Cazaquistão - muito extenso, e na parte étnico-cultural claramente transitório entre a própria Rússia e a Ásia Central.
Foi uma expedição bate-volta de domingo, no carro dos nossos amigos, e muito bem sucedida - sem dificuldades encontramos todos 4 alvos principais: rio, marco Europa-Ásia, Catedral de Cristo Salvador, e o mercado centrаl com sua abundância de frutas, batata e peixe.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019
Lisboa entre um voo e outro
As nossas datas de ida foram diferentes, mas planejamos voos conjuntos de volta, com uma longa conexão diurna em Lisboa - no primeiro domingo de setembro. Mas este último plano foi destruído pela inconsistência da companhia aérea portuguesa: o processo de compra e recebimento de bilhetes se transformou em um verdadeiro pesadelo, e no final recebemos apenas um bilhete - meu (sem contar que acabou sendo pago duas vezes, e a restituição ainda não rolou). Já a minha esposa teve que comprar uma nova passagem, já com outra companhia aérea, o que tornou a chegada dela mais confortável (em Hanôver HAJ). Mas o voo de volta também arranjamos pela Frankfurt, com partida mais tarde e chegada ao destino final mais ou menos na mesma hora comigo. Foi uma grande baixa: o passeio de domingo em Lisboa agora ficou reprogramado para formato solitário.
E esta perda não foi última: a terrível TAP também atrasou o voo de Frankfurt para Lisboa tanto que das minhas seis horas efetivamente livres só sobraram quatro. Portanto, não houve tempo para muitos alvos, escolhi o objetivo principal - um objeto UNESCO e outros monumentos no distrito de Belém, às margens do rio Tejo, e me mandei para lá usando transporte público expresso. Para variar, nesta fase dos nossos contatos o Portugal deu certo.

E só depois de desbravar razoavelmente bem este teatro de operações, já no caminho de volta ao aeroporto me permiti algumas andanças pela zona central da Lisboa.
A logística desta escapada foi resolvida sem uso de metrô, embora esta modalidade também existe no aeroporto LIS: esta linha é tão torta que perde aos "AEROBUS" até em tempo de viagem, sem falar em conforto e em vistas pela janela. Já entre centro e bairro de Belém andei de trem suburbano que circula cada 20 minutos e corre mesmo.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Kazã (Kazan), Rússia
Localizada junto ao foz do rio Kazanka ou Qazansu, afluente da margem esquerda do Rio Volga, 820 km a leste de Moscou, altitude do centro 60 m. É uma cidade milenar (fundada no ano 1005), multicultural e multi-confessional, exemplo de convivência enriquecedora de vários povos e dos adeptos do islã e do cristianismo.

População da cidade 1,25 milhão de habitantes (6-a do país), e 1,56 milhão dentro da área metropolitana. É um importante centro cultural, industrial (de perfil diversificado), de construção civil e do setor financeiro (3-o em giro de capital no país). Possui rico patrimônio arquitetônico, inclusive grandes objetos tombados pela UNESCO: um na área central - Kremlin (Cidadela) de Kazã - e dois nos arredores: Sviyazhsk e Bolgar.
terça-feira, 24 de setembro de 2019
Rotas pedestres "Caminho da Fé"
O conjunto das rotas e ramais se estende por mais de 1500 km, na maior parte são estradas vicinais não pavimentadas, mas há também segmentos asfaltados e segmentos de trilhas:
terça-feira, 16 de julho de 2019
Arquipélago de Chiloé e Lagos Chilenos
O motivo inspirador para esta viagem solitária foi o mais disperso dos monumentos da UNESCO no Chile - as igrejas de madeira nas ilhas Chiloé. A caminho para este arquipélago visitei a parte continental da “Região dos Lagos” e na volta não apenas ampliei a exploração do mesmo, mas também desbravei a “Região dos Rios” mais ao norte. Cada um dos quatro alvos que mirei: igrejas, ilhas, lagos, rios e cidades, merecia tal viagem, e seu efeito cumulativo foi simplesmente magnífico. E tudo isso em condições de tempo muito agradáveis: temperaturas amenas, sol brilhante (mas não abrasador!). O verão de 2017 no Trópico Sul foi monótono, e as frentes frias da Antártida não penetravam por meses, portanto este refresco nas férias foi providencial.
Roteiro:
Santiago - Puerto Montt - Puerto Varas - Petroue - Puerto Varas - Puerto Montt - Ancud - Castro - Achao - Quinchao - Castro - Dalcahue - Tenaún - Colo - Quemchi - Castro - Chonchi - Puqueldon - Castro - Osorno - Puerto Oktay - Osorno - Valdívia - Corral - Valdívia - Santiago
O mapa abaixo à esquerda apresenta a rota terrestre em toda a sua extensão, embora trechos de ônibus noturno no início (Santiago - Puerto Montt) e no final (Valdívia - Santiago) eram partes da logística global - poderia ir também de avião, ou pelo menos em um dos sentidos, mas em ambos os casos, os horários e as tarifas estavam a favor de ônibus.
A zona dos meus interesses nesta viagem lá é delineada com moldura roxa, e a zona de atenção especial (no arquipélago de Chiloé - parte 2 do roteiro) com moldura vermelha dentro dela. E essa parte do mapa é representada no esquema central em uma escala mais adequada. A complementação à direita apresenta a zona continental que explorei indo para ilhas (parte 1) e na volta de lá (parte 3)
Começarei o resumo visual não com o objetivo principal e não com as belas paisagens esperadas: como sempre, vamos procurar atrações, mas encontramos muito mais - também encontros com pessoas interessantes e com um novo ambiente social. As minhas lembranças deste gênero ficaram gravadas mais ou menos assim:

No tocante das 16 igrejas de madeira que compõem o objeto UNESCO No.971, nesta vez visitei 10 dessas, inclusive sete também por dentro e mais três só na parte externa :
quinta-feira, 18 de abril de 2019
São Luís - MA
Quase metade destas etiquetas começam com palavra "Ilha": e a capital do Maranhão realmente fica numa grande ilha conhecida como Upaon-Açu, embora no cotidiano isso é pouco perceptível. A impressão é de uma ampla península entre duas proeminentes baías do Oceano Atlântico: o canal transversal é estreito, e não faltam amplas pontes que conectam seus dois lados. Então, a maior ilha urbanizada do Nordeste está associada ao Amor, ao Magnetismo, à Beleza e à Rebeldia - uma combinação muito inspiradora para viajantes românticos.
A palavra "Capital" também foi reincidente: tanto do reggae (mas brasileiro), quanto da França (mas equatorial), e também por merecer. O primeiro destes dois títulos capitais combina muito bem com o apelido No.1 da lista toda, e a São Luís realmente esbanja um colorido pseudo-jamaicano. E o segundo evoca a especialíssima história de fundação desta cidade.
Antes de mergulhar nestes registros, cabe vistoriar os apelidos restantes. A analogia de Atenas parece pretensiosa demais, deixaremos do lado. Agora, os Azulejos é algo muito relevante: o Centro Histórico (tombado pela UNESCO em 1997 sob No.821), é recheado com estes materiais de acabamento desde a época colonial - na maior parte de origem portuguesa, mas não exclusivamente.

Os portugueses, que já tentaram se fixar neste pedaço uns cinquenta anos antes, partiram para contraofensiva, em em três anos expulsaram franceses da toda zona equatorial da América do Sul. Logo eles começaram expandir e intensificar o seu controle sore estes territórios, usando o forte de São Luís e a cidade formada em torno dele como sua base principal. Mas em 1641-1644 houve outra invasão, nesta vez holandesa, cuja ocupação terminou em uma batalha destruidora.
A cidade foi reerguida de novo, e por muito tempo se tornou capital da parte norte das colônias portuguesas na América (a parte sul estava sendo administrada via Salvador). Já nos tempos do império e da república a sua importância se tornou mais local, e o seu desenvolvimento andou em marcha lenta. Portanto acabou não atingindo tamanho de algumas outras capitais de Nordeste, e a sua componente histórica é relativamente mais pesada. Entretanto, a São Luís de hoje é uma grande cidade (1,1 milhão de habitantes), e em termos de qualidade de vida é considerada como terceira ou quarta em todo Nordeste do Brasil. A sua herança histórica está atraindo interesse cada vez maior, e as belezas da região maior ainda, portanto vale a pena visitá-la.
terça-feira, 27 de setembro de 2016
Pampulha - Patrimônio de Humanidade UNESCO!
Descrição no site UNESCO - Coordenadas - Portal turístico
Este lago de Pampulha e os agradáveis e verdes bairros residenciais ao seu redor foram criados na periferia da metrópole mineira nos anos 1940.
domingo, 10 de janeiro de 2016
O mais valioso monumento de arquitetura no Mundo
Atualmente (deste 1935, então nos últimos 80 anos) este edifício funciona como museu dele próprio, e se tornou um dos mais visitados museus desta histórica metrópole. A entrada custa 30 Liras (menos de 10 Euro), infinitamente pouco comparando com mistérios preservados nesta monstruosa construção.
A exposição começa ainda na parte externa do templo, com planta baixa e detalhes de projeto. E também com vestígios dos templos mais antigos que ocupavam outrora este local.
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
O miolo da Bolívia: Samaipata, Potosí, Sucre e outras maravilhas
A 2-a em abril do mesmo ano 2013, foi apresentada em Missões de Chiquitânia, com relatos e álbuns fotográficos em anexos.
Esclareço desde já, que Salar de Uyuni ficará para só 4-a, junto com Tarija, de novo em dois.
Santa Cruz (A) - Samaipata (B) - Mairana (C) - Punata (D) - Cliza - Tarata - Cochabamba (E) - Oruro (F) - Potosí (G) - Sucre (H)
segunda-feira, 12 de outubro de 2015
Missões de Chiquitânia
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Arequipa premium
terça-feira, 16 de junho de 2015
Convento de Santa Catalina em Arequipa
O mosteiro (convento) foi fundado em 1579, o ano, mas das suas construções iniciais sobrou pouco, por causa dos terremotos devastadores dos anos 1660 e 1687. A maior parto do que vemos lá hoje surgiu após estas catástrofes, entretanto o complexo como um todo combina os estilos de arquitetura dos séculos XV-XIX, muito naturalmente, já que se desenvolveu de forma contínua. O único campanário desta cidadela religiosa foi construído em 1748.
Ao lado do campanário fica aquele portão por onde deste 1970 pode entrar qualquer um - chegando no o horário de expediente do museu e pagando o ingresso. Mas nem todo convento se transformou em museu - no setor norte ainda há uma parte em atividade, bem escondida e com entrada da outra rua.
sexta-feira, 12 de junho de 2015
Bom dia, Arequipa!
Bem mais perto, na distância de apenas uma quadra daqui podemos ver uma das igrejas do complexo São Francisco
terça-feira, 7 de outubro de 2014
As mais bucólicas ruas de Potosí

A legenda apresenta longas listas: igrejas, museus, pontos panorâmicos, casario colonial... E sinto de novo que vi muitas coisas interessantes, mas faltou também um tanto, então há ainda reservas para aproveitar outra visita a Potosí, caso aconteça. Reparei que o mapa é virado em 90 graus, em cima ficou lado leste e não norte. E mais essa lista curtinha, e diferente de todas outras já que não se refere aos marcos numerados no próprio mapa. Chama-se PICTURESQUE STREETS e inclui quatro posições: "Calle Quijarro", "Calle Ayacucho", "Calle Chuquisaca", "Calle Tarija". Lembrei na hora que três destes nomes, com exceção do primeiro, vi muitas vezes, o terceiro até serviu como meu endereço na cidade. Portanto comecei as buscas fotográficas justo das imagens da rua Chuquisaca, como na minha galeria Picasa as fotos já foram fincadas aos locais exatos, dá para perceber a vizinhança do hotel foi memorável.
Apresentando a Calle Chuquisaca:
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Sucre, BOLÍVIA
quinta-feira, 20 de março de 2014
Potosí, BOLÍVIA
A zona de preservação inclui o centro histórico, o conjunto de mineração de Cero Rico e os antigos bairros dos mineiros, com inúmeras igrejas coloniais. O principal museu da área central, Casa de la Moneda, toma várias horas de visita, e há também tantos outros, inclusive museus-igrejas com mirantes panorâmicos. Somando grande acervo de casario colonial e toda a charme das ruas antigas, só o centro histórico justifica no mínimo 2 dias de permanência. E há ainda excursões às minas de prata - de dia inteiro ou tomando toda parde de manhã, bem como excursões mais distantes de dia inteiro, portanto reserve bastante tempo ao planejar uma parada em Potosí.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Oruro, BOLÍVIA
Embora a cidade de Oruro não é considerada como um destino turístico, possui atrações próprias de grande importância. A mais tradicional é o local onde nasceu a atual bandeira da Bolívia (em 1851) - El Faro de Conchupata. Dos velhos tempos chegou também a Festa de Virgem de Socavón, mas esta se tornou mundialmente conhecida como "Carnaval de Oruro" só nas últimas décadas, quando tomou formas de festival de danças folclóricas. Já no início de 2013 foi inaugurada a estátua da Virgem Maria, localizada na colina quase 100 m acima da cidade, de valor artístico indiscutível e de tamanho muito expressivo. Com seus com 45 m de altura supera tanto as do Cristo de Corcovado, Rio de Janeiro (38 m) e da Concôrdia, Cochabamba (40 m), e até chegou a ser declarada como a maior estátua da Virgem Maria no mundo e o maior monumento religioso da América do Sul, embora estes dois títulos são bastante discutíveis.



