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domingo, 26 de setembro de 2021

Um objeto UNESCO como brinde ao novo passeio da orla portuária

Sítio arqueológico Cais do Valongo, Rio de Janeiro - RJ

Coordenadas Google Maps -  Descrição no site UNESCO - Apresentação Wikipedia


Está na lista de Patrimônio Natural e Cultural de Humanidade UNESCO desde 2017: 21-o objeto brasileiro pela ordem de inscrição e No.1548 na sequência mundial. 


As construções são datadas pelo início do século XIX - últimas décadas da época colonial, quanto foram reformadas e ampliadas instalações portuárias de Rio de Janeiro especializadas em recebimento dos escravos africanos. 

sexta-feira, 31 de janeiro de 2020

Uma viagem social-romântica pela Alemanha

A dois e mais pela Alemanha, 22 dias em agosto de 2019 

As três semanas que contam neste relatório foi apenas a parte conjunta e ativa desta viagem, a partir de 11 de agosto. já que a Ekaterina chegou à Alemanha ainda no último dia de julho para no início descansar na casa da irmã, sem esticadas consideráveis. E somente a partir do nosso encontro nas margens do Reno começou a programação principal, que combinou harmoniosamente visitas a parentes e amigos com visitação passageira ou não muito, de vários lugares interessantes. Como resultado, juntamos 9 diferentes locais de pernoites e três dezenas de cidades que mereceram álbuns de fotos. Descobrimos mais oito monumentos da UNESCO na Alemanha e um no Portugal entre os voos de volta, mas neste parou só um de nós. Além disso, também curtimos muitas outras antiguidades, belas paisagens, detalhes informativos ... E, o mais importante, ocorreu uma imersão de qualidade nessa atraente sociedade, facilitada pela comunicação com os nossos residentes e passeios junto com eles, além dos importantes segmentos do roteiro percorrido só a dois. 

Devido à impossibilidade de refletir toda a gama de nossas impressões em uma única ilustração, para a primeira colagem, cercaremos a nossa imagem apenas de algumas paisagens panorâmicas e fluviais.



Os rios Reno (com o inseparável Meno), o Weser e alguns de seus afluentes se tornaram um motivo condutor muito vívido dessa grande jornada na Alemanha dos viajantes naturais do rio Volga. Como você pode ver na foto central, caminhamos por estas terras de bom grado. Mas, ainda assim, uma cobertura territorial tão grande só foi possível graças às soluções de transporte multimodais, cujas amostras (mas nem todas as unidades do equipamento envolvido) são apresentadas abaixo:



Os carros pessoais dos nossos parentes e amigos ocuparam a linha de fundo dessa formação de batalha, embora desempenharam papel muito importante principalmente aquele branco que levou nós quatro para a Baviera. O principal modal de deslocamentos a dois foi ferroviário, mais exatamente os trens regionais e suburbanos apresentados no miolo do conjunto. Até aprendemos a usar o smartphone para procurar bons descontos e comprar bilhetes eletrônicos, que às vezes tinham que ser apresentados eletronicamente. Representantes do transporte urbanos sobre trilhos da cidade de Munique os complementam à esquerda e dois delegados do sistema de ônibus suburbano da Baixa Saxônia à direita. Na parte alta apresentamos não apenas um teleférico, mas também o transporte fluvial e nossas queridas bicicletas.


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Nossa rota pode ser dividida condicionalmente em quatro etapas principais, e mais uma grande esticada de carro embutida na terceira delas:

1. "Hesse e Renânia-Palatinado": de Frankfurt a Neuwied, de 11 a 14 de agosto.
Talvez a parte mais romântica: éramos apenas nós dois e sem pressa exploramos o cinematográfico objeto UNESCO nº 1066 "desfiladeiro do Reno Médio", com 60 quilômetros de extensão - de Bingen a Koblenz. Três noites em hotéis em diferentes cidades deste segmento (entre as duas indicadas acima foi também o ponto intermediário de St. Goarhausen).

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Lisboa entre um voo e outro

Longa conexão em Lisboa LIS - 01.09.2019 

No final de fevereiro, de repente nos deparamos com passagens muito baratas para a Alemanha via Lisboa, e ainda com datas de julho e agosto, via de regra caras demais. Embora não foram para aeroportos mais próximos aos nossos destinos, apenas para dois um tanto distantes - Munique MUC e Frankfurt FRA: resolvemos aproveitar assim mesmo, inclusive para esticar as nossas rotas por lá. E considerando que a cidade de Munique já estava nos planos de roteiro terrestre pelo país junto com nossa família anfitriã, bem no miolo da viagem, escolhemos a Frankfurt como porta de chegada e partida. De quebra aproveitamos a sua localização para elaborar mais duas fases de roteiro interessantes: para dias iniciais e para dias finais de permanência na Alemanha.

As nossas datas de ida foram diferentes, mas planejamos voos conjuntos de volta, com uma longa conexão diurna em Lisboa - no primeiro domingo de setembro. Mas este último plano foi destruído pela inconsistência da companhia aérea portuguesa: o processo de compra e recebimento de bilhetes se transformou em um verdadeiro pesadelo, e no final recebemos apenas um bilhete  - meu (sem contar que acabou sendo pago duas vezes, e a restituição ainda não rolou). Já a minha esposa teve que comprar uma nova passagem, já com outra companhia aérea, o que tornou a chegada dela mais confortável (em Hanôver HAJ). Mas o voo de volta também arranjamos pela Frankfurt, com partida mais tarde e chegada ao destino final mais ou menos na mesma hora comigo. Foi uma grande baixa: o passeio de domingo em Lisboa agora ficou reprogramado para formato solitário.

E esta perda não foi última: a terrível TAP também atrasou o voo de Frankfurt para Lisboa tanto que das minhas seis horas efetivamente livres só sobraram quatro. Portanto, não houve tempo para muitos alvos, escolhi o objetivo principal - um objeto UNESCO e outros monumentos no distrito de Belém, às margens do rio Tejo, e me mandei para lá usando transporte público expresso. Para variar, nesta fase dos nossos contatos o Portugal deu certo.



E só depois de desbravar razoavelmente bem este teatro de operações, já no caminho de volta ao aeroporto me permiti algumas andanças pela zona central da Lisboa.

A logística desta escapada foi resolvida sem uso de metrô, embora esta modalidade também existe no aeroporto LIS: esta linha é tão torta que perde aos "AEROBUS" até em tempo de viagem, sem falar em conforto e em vistas pela janela. Já entre centro e bairro de Belém andei de trem suburbano que circula cada 20 minutos e corre mesmo.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

Kazã (Kazan), Rússia

Desde o século XIX considerada por muitos como a mais interessante e mais representativa das grandes cidades da Rússia fora das duas capitais. E nos últimos anos não apenas reconfirma esta posição, mas também atrai cada vez atenção dos turistas internacionais (3-o destino que mais cresce na Europa e 8-o no Mundo no ranking TripAdvisor-2014, por exemplo). Ganhou projeção adicional ao sediar grandes eventos esportivos com Universiada-2013, Mundial de natação em 2015 e Mundial de futebol em 2018 que levaram o número anual de turistas para novo patamar - acima de 3 milhões.

Localizada junto ao foz do rio Kazanka ou Qazansu, afluente da margem esquerda do Rio Volga, 820 km a leste de Moscou, altitude do centro 60 m. É uma cidade milenar (fundada no ano 1005), multicultural e multi-confessional, exemplo de convivência enriquecedora de vários povos e dos adeptos do islã e do cristianismo.



População da cidade 1,25 milhão de habitantes (6-a do país), e 1,56 milhão dentro da área metropolitana. É um importante centro cultural, industrial (de perfil diversificado), de construção civil e do setor financeiro (3-o em giro de capital no país). Possui rico patrimônio arquitetônico, inclusive grandes objetos tombados pela UNESCO: um na área central - Kremlin (Cidadela) de Kazã - e dois nos arredores: Sviyazhsk e Bolgar.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Arquipélago de Chiloé e Lagos Chilenos

Mochilada solo no Chile, em fevereiro de 2017 - 11 dias 

O motivo inspirador para esta viagem solitária foi o mais disperso dos monumentos da UNESCO no Chile - as igrejas de madeira nas ilhas Chiloé. A caminho para este arquipélago visitei a parte continental da “Região dos Lagos” e na volta não apenas ampliei a exploração do mesmo, mas também desbravei a “Região dos Rios” mais ao norte. Cada um dos quatro alvos que mirei: igrejas, ilhas, lagos, rios e cidades, merecia tal viagem, e seu efeito cumulativo foi simplesmente magnífico. E tudo isso em condições de tempo muito agradáveis: temperaturas amenas, sol brilhante (mas não abrasador!). O verão de 2017 no Trópico Sul foi monótono, e as frentes frias da Antártida não penetravam por meses, portanto este refresco nas férias foi providencial.

Roteiro:
Santiago - Puerto Montt - Puerto Varas - Petroue - Puerto Varas - Puerto Montt - Ancud - Castro - Achao - Quinchao - Castro - Dalcahue - Tenaún - Colo - Quemchi - Castro - Chonchi - Puqueldon - Castro - Osorno - Puerto Oktay - Osorno - Valdívia - Corral - Valdívia - Santiago

O mapa abaixo à esquerda apresenta a rota terrestre em toda a sua extensão, embora trechos de ônibus noturno no início (Santiago - Puerto Montt) e no final (Valdívia - Santiago) eram partes da logística global - poderia ir também de avião, ou pelo menos em um dos sentidos, mas em ambos os casos, os horários e as tarifas estavam a favor de ônibus.



A zona dos meus interesses nesta viagem  lá é delineada com moldura roxa, e a zona de atenção especial (no arquipélago de Chiloé - parte 2 do roteiro) com moldura vermelha dentro dela. E essa parte do mapa é representada no esquema central em uma escala mais adequada. A complementação  à direita apresenta a zona continental que explorei indo para ilhas (parte 1) e na volta de lá (parte 3)

Começarei o resumo visual não com o objetivo principal e não com as belas paisagens esperadas: como sempre, vamos procurar atrações, mas encontramos muito mais - também encontros com pessoas interessantes e com um novo ambiente social. As minhas lembranças deste gênero ficaram gravadas mais ou menos assim:



No tocante das 16 igrejas de madeira que compõem o objeto UNESCO No.971, nesta vez visitei 10 dessas, inclusive sete também por dentro e mais três só na parte externa :

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Duas lendas do Maranhão

Mochilada a dois pelo norte do MA, 6 dias em fevereiro de 2018

Foi uma viagem bastante curta e sem percorrer grandes distâncias por terra, mas ficou gravada na memórias pelas impressões intensas e muito especiais, simplesmente incomparáveis. Dos nossos seis dias na faixa litorânea do estado de Maranhão  um e meio dedicamos ao Centro Histórico de São Luís, tombado pela UNESCO como monumento de Patrimônio de Humanidade, e mais quatro no Parque Nacional Lençóis Maranhenses e na sua vizinhança - com aquelas paisagens incríveis e com uma combinação improvável de ecossistemas milagrosamente misturados nesta região. O nosso plano inicial, que surgiu em torno das passagens aéreas promocionais (só R$ 800 por dois de ida e volta GRU-SLZ-GRU!) compradas com certa antecedência, funcionou muito bem, e na realidade tudo foi até mais fácil e acessível. As famosas atrações do Maranhão valeram a pena mesmo, e a região como um todo agradou e intrigou: surpreendentemente autêntica e receptiva. Portanto já temos planos de explorar mais as belezas do Maranhão, inclusive longe da Costa Atlântica, e também de conhecer o Litoral de Piaui, vizinho de Lençóis Maranhenses.



Crônicas diárias (de 1 a 6 de Fevereiro de 2018):

Dia 1-o: Chegada em São Luís, Centro Histórico.

Dia 2-o: Centro Histórico и прибрежные бульвары São Luís.

Dia 3-o: Viagem de van de São Luís para Barreirinhas de manhã, à tarde excursão para Lagoa do Peixe.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

São Luís - MA

Apelidos e títulos informais: "Jamaica Brasileira", "Ilha do Amor", "Atenas Brasileira", "Cidade dos Azulejos", "Capital Brasileira do Reggae", "Ilha Magnética", "Capital da França Equinocial", "Ilha Bela", “Ilha Rebelde".

Quase metade destas etiquetas começam com palavra "Ilha": e a capital do Maranhão realmente fica numa grande ilha conhecida como Upaon-Açu, embora no cotidiano isso é pouco perceptível. A impressão é de uma ampla península entre duas proeminentes baías do Oceano Atlântico: o canal transversal é estreito, e não faltam amplas pontes que conectam seus dois lados. Então, a maior ilha urbanizada do Nordeste está associada ao Amor, ao Magnetismo, à Beleza e à Rebeldia - uma combinação muito inspiradora para viajantes românticos.

A palavra "Capital" também foi reincidente: tanto do reggae (mas brasileiro), quanto da França (mas equatorial), e também por merecer. O primeiro destes dois títulos capitais combina muito bem com o apelido No.1 da lista toda, e a São Luís realmente esbanja um colorido pseudo-jamaicano. E o segundo evoca a especialíssima história de fundação desta cidade.

Antes de mergulhar nestes registros, cabe vistoriar os apelidos restantes. A analogia de Atenas parece pretensiosa demais, deixaremos do lado. Agora, os Azulejos é algo muito relevante: o Centro Histórico  (tombado pela UNESCO em 1997 sob No.821), é recheado com estes materiais de acabamento  desde a época colonial - na maior parte de origem portuguesa, mas não exclusivamente.



O forte Saint-Louis foi fundado no ano 1612 por uma expedição francesa sob comando do Daniel de La Touche, conhecido também como Senhor de La Ravardière, e o seu nome, que homenageia o famoso Louis IX (1214-1270), evocava também o então rei da França - Louis XIII.  

Os portugueses, que já tentaram se fixar neste pedaço uns cinquenta anos antes, partiram para contraofensiva, em em três anos expulsaram franceses da toda zona equatorial da América do Sul. Logo eles começaram expandir e intensificar o seu controle sore estes territórios, usando o forte de São Luís e a cidade formada em torno dele como sua base principal.  Mas em 1641-1644 houve outra invasão, nesta vez holandesa, cuja ocupação terminou em uma batalha destruidora. 

A cidade foi reerguida de novo, e por muito tempo se tornou capital da parte norte das colônias portuguesas na América (a parte sul estava sendo administrada via Salvador). Já nos tempos do império e da república a sua importância se tornou mais local, e o seu desenvolvimento andou em marcha lenta. Portanto acabou não atingindo tamanho de algumas outras capitais de Nordeste, e a sua componente histórica é relativamente mais pesada. Entretanto, a São Luís de hoje é uma grande cidade (1,1 milhão de habitantes), e em termos de qualidade de vida é considerada como terceira ou quarta em todo Nordeste do Brasil. A sua herança histórica está atraindo interesse cada vez maior, e as belezas da região maior ainda, portanto vale a pena visitá-la.

sábado, 30 de março de 2019

Andaluzia imperdível

Mochilada a dois pelo sul da Espanha, 12 dias em março de 2018

Nesta viagem pelas riquezas históricas e naturais da Andaluzia visitamos nove cidades e um parque nacional - inclusive 5 objetos de Patrimônio da Humanidade UNESCO. Houve seis locais de pernoites (11 no total). Andamos quase mil km de trens de diversas categorias, de ônibus, e até de barco - tudo de dia e com ótimas vistas: muitas paisagens marcantes ficaram gravadas na nossa memória. Os voos entre Madrid e Sevilha também foram interessantes, e a Espanha foi nono país onde utilizamos transporte aéreo doméstico.

Roteiro: (Madrid - Sevilha -) Córdoba (2 noites) - Granada (3) - Antequera (1) - Ronda (1) - Cádis - Jerez de la Frontera (2) - Sanlúcar de Barrameda - PN Doñana - Jerez de la Frontera - Sevilha  (2) - Madrid



Giramos esta volta no sentido horário. Todos nove alvos que aparecem neste mapa valeram a pena, bem como a capital da Espanha que ficou fora do quadro. 


Estamos felizes por aproveitar tão bem todos esses dias, e temos intensão de continuar conhecer a Espanha num futuro próximo, em porções regionais mais ou menos de mesmo tamanho como nesta vez.


Breve diário 

19.03.18. De manhã conexão rápida no aeroporto de Madrid MAD e voo curto até Sevilha SVQ. Ônibus "shuttle" até o terminal ferroviário, e trem expresso até Córdova. Check-in no hotel para 2 pernoites e início dos passeios pelo centro histórico da cidade - um importante monumento de Patrimônio de Humanidade UNESCO.  

sábado, 19 de janeiro de 2019

Primeira aventura nas alturas: La Paz e Titikaka

Mochilada a dois pelo norte da Bolívia, 7 dias em outubro de 2004

De grosso modo, esta viagem de uma semana em outubro de 2004 foi a nossa primeira incursão séria para fora do eixo Brasil + Rússia.  As dicas de um amigo brasileiro bem experiente no Altiplano Boliviano foram inspiradoras e de grande ajuda, tiramos proveito também de algumas materiais de uma revista para turistas independentes. Essa também foi nossa primeira experiência na utilização das milhas acumuladas em voos entre Brasil e Rússia: uns 20 mil milhas no programa da VARIG - Star Alliance foi suficiente apenas para uma viagem continental dentro da América do Sul. Entre vários destinos disponíveis e interessantes exatamente a La Paz aparentava o mínimo de custos  adicionais com hotéis e excursões. Por exemplo, em Santiago de Chile tais custos matariam uma das duas passagens grátis, porque somando preço da outra passagem eram comparáveis ​​ao preço de dois  pacotes turísticos completos, com passagens aéreas incluídas.

Além das passagens aéreas de ida e volta e de uma lista das principais atrações do pedaço não programamos mais nada com antecedência, e não reservamos nem hotéis, nem excursões. Como resultado, todas as metas foram alcançadas, e ainda guardamos muitas impressões incomparáveis.



O cronograma ficou assim:

09.10.2004. Primeiro dia na Bolívia: aeroporto El Alto e cidade de La Paz.

10.10.2004. Viagem de ônibus até Сopacabana, encontro com o Lago Titikaka, trilhas no entorno.  


11.10.2004. De barco pelo Lago Titikaka, com várias paradas na Ilha de Sol e uma na Ilha de Lua.
Copacabana, Isla del Sol e Isla de la Luna, Lago Titikaka

12.10.2004. Passeios em Copacabana e retorno para La Paz.

13.10.2004. Excursão de meio-dia no sítio arqueológico de Tiwanaku, tombado pela UNESCO.  À tarde mais uma rodada de museus em La Paz.
   
14.10.2004. Meu aniversário nas alturas: excursão para Pico de Chacaltaya (5400 m), via "Valle da la Luna"

15.10.2004.  De manhã passeios em La Paz: à tarde voo para São Paulo. 

domingo, 21 de outubro de 2018

PN Serra da Capivara - PI

O oitavo pela ordem de inclusão dos vinte monumentos brasileiros da UNESCO, está na lista do Patrimônio Mundial desde 1991. E, apesar das suas maravilhosas paisagens, ele conquistou seu lugar não como um monumento natural, mas sim como cultural e histórico. Já que em quesitos de antiguidade não há nada comparável em ambas as Américas: seus numerosos e variados exemplos de arte rupestre estão bem preservados em uma ampla área, e outras descobertas arqueológicas datam de uma amplitude tão ampla que inverte completamente todas as idéias estabelecidas sobre a história da penetração humana ao Hemisfério Ocidental deste planeta. Basta dizer que há imagens com idade de 2-3 mil anos e há também criadas 20-30 mil anos atrás. Amostras de produtos cerâmicos com idade de cerca de 9 mil anos são, sem dúvida, as mais antigas do Novo Mundo. E de modo geral há sinais claros de colonização desse território durante de cerca de 50 mil anos.

A reserva foi criada em 1971, durante o trabalho da expedição conjunta Brasil-França, e desde então seu território foi incrementado várias vezes. Agora chega a aproximadamente 130 mil hectares (1,3 mil km2), com perímetro de 214 km. Localizada na região sudeste do estado do Piauí, no território de quatro municípios, dos quais apenas um, o São Raimundo Nonato, possui porte e infra-estrutura notáveis, portanto deve ser tomado como o principal marco. Isso significa que aqueles que desejarem conhecer este Parque Nacional precisarão pousar por alguns dias exatamente nesta cidade, e de lá para fazer incursões diurnas para as áreas protegidas. Como chegar até lá, onde pernoitar e outras dicas consulte em São Raumundo Nonato - PI.

O nome do parque nacional inclui o termo "Serra" mais adequado para cadeias montanhosas com picos agudos, mas nesta região o relevo é diferente. Todas as três mesetas localizadas no território  do Parque Nacional (a Serra da Capivara propriamente dita, a Serra Vermelha e a Serra Branca) se assemelham aos "tepuis", tão característicos para o sul da Venezuela. Eles atingem alturas de apenas 500-600 metros acima do nível do mar, e em relação à planície circundante bem menos - até 200-300 metros.



Mas quase todas as suas paredes são  verticais, e os longos processos de erosão formaram numerosos  nichos e abrigos na parte inferior e, em alguns lugares, também em alturas intermediárias. Tais nichos foram criados principalmente por fluxos de água durante as estações chuvosas, já que no final da era glacial esta região tinha clima mais úmido e as massas de gelo também participavam desses processos. E exatamente nestes nichos é que se encontra a principal riqueza arqueológica:

sábado, 15 de setembro de 2018

Pela parte ocidental da República Oriental do Uruguai

Mochilada solo no Uruguai, em setembro de 2018 - 7 dias 

Esta viagem foi focada no mais novo objeto de Patrimônio de Humanidade tombado pela UNESCO em 2015 um frigorífico gigante nas margens do rio Uruguai, que por mais de um século exportava monstruosas quantidades de carne congelada ou enlatada e outros produtos de pecuária. O próprio rio e as cidades do "Litoral Uruguaio" também atraíram muito, bem como pontos de fronteira  entre o Brasil e o Uruguai. Portanto, a viagem foi planejada com base em passagens aéreas para voos dentro do Brasil: ida para Porto Alegre por "milhas" e retorno de Uruguaiana com conexão em Porto Alegre por preço camarada. O esboço do roteiro foi apresentado aqui: Embarcando para oeste do Uruguai e, em geral, tudo rolou de acordo com mais otimistas previsões sobre logística. E o conteúdo foi ainda melhor, já que no percurso descobri mas um objeto interessante na margem leste do rio Uruguai, e conseguiu improvisar uma esticada até lá.



O número de cidades e cidadezinhas uruguaias visitadas foi registrado com fotos dos monumentos  do general Artigas (1764 - 1850), onipresentes no Uruguai.

Mas nem tudo foi perfeito: acabei desistindo de passar pela outra margem do rio e gastar a minha sobra dos pesos argentinos guardados e desvalorizados desde viagens de 2016, e o tempo fechado não ajudou apreciar as belezas do rio Uruguai.

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Embarcando para oeste do Uruguai

Mais um roteiro para já. Sei que estou devendo relatos das últimas viagens, e prometo publicar alguma parte ainda neste ano e muito mais em 2019. Mas ainda não nesta semana: amanhã, nesta terça-feira 28 de agosto, estou embarcando para mais uma pequena aventura solitária. O principal objetivo é o mais próximo dos objetos de Patrimônio da Humanidade UNESCO que não visitei ainda, localizado no lado uruguaio do rio Uruguai, na cidade de Fray Bentos: http://whc.unesco.org/en/list/1464

Entrou no cadastro da UNESCO só em 2015, portanto passamos por fora na nossa viagem pelo Uruguai de 2010, mas agora ganhei um novo incentivo para voltar a este país e conhecer mais uma região. E nesta região oeste  quero curtir também o próprio rio Uruguai, que também faz parte dos objetivos maiores desta viagem. Junto com dois dos seis pontos de fronteira Brasil–Uruguai: Quaraí – Artigas e Barra do Quaraí – Bella Union. A passagem aérea de ida comprei só até PORTO ALEGRE RS (LATAM, por milhas), mas a volta é partindo de Uruguaiana (AZUL, com conexão em Porto Alegre, tarifa muito atraente), portanto a rota terrestre mais lógica é esta:


Os objetivos complementares são Uruguaiana e seu aeroporto (26-o na minha coleção brasileira de passageiro), e as cidades uruguaias Salto (segunda maior do país), Mercedes (berço da independência) e Paysandú (exemplo de desenvolvimento).

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Esboço de roteiro pelo sul da Colômbia

Restando 3 dias até início desta pequena aventura, e só agora o roteiro parece mais ou menos definido, até com certa maturação. 

O principal objetivo desta viagem é duplo: parques arqueológicos San Agustín e Tierradentro, monimentos de Patrimônio de Humanidade. Aqui estão as suas cartões de visita oficiais, no site da UNESCO: 

A localização dos dois é muito agradável - nas verdes montanhas do sul colombiano, com altitudes entre 1550 e 2000 m (o que corresponde aos miolos da Serra da Mantiqueira). Mais exatamente - nas províncias vizinhas de Cauca e Huila respectivamente, distâncias de Bogotá 470-570 km e de Cali 230-270 km. Da cidade histórica Popayan  (http://www.colombia.travel/pt/a-donde-ir/pacifica/popayan),  que parece ser o melhor ponto de apoio para visitação dos parques arqueológicos, apenas 120-140 km, e o caminho mais curto entre ambos, via Pitalito e La Plata, soma uns 170-180 km. 

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

São Raumundo Nonato - PI

Cidade localizada 500 km ao sul da capital do estado, milionária Teresina PI. Foi fundada em 1912, a população atual é de 32 mil habitantes, parece pequena, mas na pouco povoada região sul de Piauí este é o principal centro urbano, comercial e cultural, bem como importante nó de transportes. São Raimundo Nonato  agora é conhecida no país todo e até mundialmente  - como ponto de apoio para visitação do Parque Nacional Serra da Capivara, patrimônio de Humanidade.



Mas o povo local não se importa muito com isso, e a cidade continua vivendo sua vida. Os mercados e as lojas de São Raimundo atraem vendedores e cliente de um vasto território, portanto no horário comercial a cidade ferve de gente.



Nos últimos tempos a cidade se tornou também um relevante centro universitário, com abertura dos campi da Universidade Estadual de Piauí e da Universidade Federal do Vale do São Francisco.

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Moscou para iniciantes: mini-guia das 11 maravilhas

Moscou, RÚSSIA

Comecei selecionando 10 lugares mais recomendáveis para primeira visita a Moscou, mas logo lembrei que o seu sistema de metrô também é uma grande atração turística. E a mais prática de todas, já que facilita acesso às demais, portanto constará em primeiro lugar nesta listinha. A numeração dos outros objetos será quase aleatória, mas penso que ajudará a localizá-los nos mapas. Já na parte de apresentações ilustradas colocarei na frente os 3 sítios de Patrimônio de Humanidade UNESCO:  Kolomenskoye (8), Novodevichiy (9), Kremlin e Praça Vermelha (3 e 4).

Eis a minha seleção, com indicação das estações de metrô mais próximas:

1. Metrô de Moscou - como meio de transporte e pela arquitetura de várias estações

2. Teatro Bolshoi e seus arredores (Teatral´naya)

3. Praça Vermelha ao lado Leste do Kremlin, com Catedral São Basílio, Museu Histórico e Galerias GUM (Okhotnyi Ryad)

4. Parques ao lado Oeste do Kremlin e acesso ao seu interior, parte interna do Kremlin, com seus museus e suas igrejas (Aleksandrovskiy Sad)

5. Catedral do Cristo Salvador e Museu de Artes Pushkin (Kropotkinskaya)

6. Calçadão Arbat (Smolenskaya, Arbatskaya)

7. Praça Pushkin e Rua Tverskaya até o Kremlin (Pushkinskaya, Tverskaya, Chekhovskaya) 

8. Igrejas de Ascensão e outras no Parque Kolomenskoye (Kolomenskaya)

9. Convento e Cemitério Novodevichiy (Sportivnaya)

10. Mirante Vorobyovy Gory e Cidade Universitária MGU (Vorobyovy Gory, Universitet)

11. Parque da Vitória, com Arco Triunfal e Panorama Borodinô (Park Pobedy)

quarta-feira, 27 de abril de 2016

Roteiro PN Serra da Capivara PI

Uma aventura solitária, portanto com alto grau de improvisação. Começa hoje, 27 de abril, com voo São Paulo GRU - Teresina THE, chegada 18:50. Reservei apenas uma pernoite, logo na chegada.

28.04. Dia para conhecer a capital do estado Piauí e comprar passagem de ônibus até São Raimundo Nonato que fica a mais de 500 km na direção sul, umas 10 h de viagem.  Tenho informações sobre 3 ônibus por dia, inclusive um noturno, portanto espero partir de Teresina às 21-22 h.



29.04. No plano ideal chego a São Raimundo Nonato de manhã cedo. Terei dia inteiro para escolher um lugar de hospedagem (já visualizei no mínimo 5 opções, mas devem aparecer mais) e organizar excursões ao  PN Serra da Capivara nos dias seguintes. Aproveitando para conhecer bem esta cidade de apoio, com seus 32 mil habitantes é a maior na vasta região Sul de PI.

domingo, 6 de dezembro de 2015

Córdoba e região, Rosário, Buenos Aires

Mochilada solo pela Argentina em julho de 2012 - 10 dias 

Foi uma viagem bastante improvisada e quase espontânea, inspirada por vistas aéreas da Córdoba e região que curti dois meses antes, ao voltar de Santiago para São Paulo. Esta cidade e serras ao redor conquistaram o meu coração de primeira vista, da altitude de 10 ou 11 mil metros:


(álbum completo aqui)


E depois de marcar direitinho todas as fotos de voo no Google Maps conheci muitas coisas interessantes, entre elas que nestas "Sierras Grandes de Córdoba" há um parque nacional onde é possível observar condors até melhor do que no famoso Cânion del Colca (Peru). E que há vasta herança jesuítica na cidade e na província de Córdoba, tombada pela UNESCO como parte de Patrimônio de Humanidade, bem como várias outras atrações na cidade e ao seu redor. 


As preparações foram curtas: consegui trocar minhas "milhas" pela passagem aérea só de volta, e só de Buenos-Aires, que nem pensava visitar nesta vez, mas não tinha nada contra um breve conhecimento com a principal metrópole da Argentina de quebra. E logo me mandei para Córdoba de ônibus, pensando em chegar a Buenos-Aires só na véspera de voo de retorno. terminando em retorno rápido por via aérea. Os ônibus da empresa CRUCERO DEL NORTE anotei ainda nas minhas viagens de 2010 para Iguaçu e para Assunção, e  nesta vez  viajei com ele para valer, duas noites seguidas.  Pela primeira vez na categoria "cama", uma poltrona confortável entre corredor e janela do lado direito. Passagem reservei por telefone, recebi dados bancários e endereço e-mail, paguei, enviei o comprovante e recebi a confirmação. Retirada de passagens na rodoviária Tietê, 1 hora antes de embarque, tudo tranquilo. Recebi 2 bilhetes grampeados, São Paulo - Garupá e Garupá - Córdoba, pelo preço de 255 reais, era mesma tarifa de Buenos-Aires, aonde seguiu o primeiro ônibus.

Nos 3 dias depois de chegar ao destino principal, rodei bastante pela regão em ônibus locais interurbanos e suburbanos. Ao terminar esta programação segui para Rosário em ônibus diurno, e 2 dias depois de lá para Buenos-Aires, também de dia. Apenas retorno para São Paulo foi por via aérea, de madrugada e com conexão em ASU.

Tudo correu muito bem, sem problemas ou dificuldades, consegui visitar tudo que queria e um pouco mais. Guardei ótimas impressões, depois voltei para Argentina em várias outras oportunidades, e voltarei ainda mais vezes.


Pontos altos da viagem - condores na Sierra de Córdoba e parques beira-rio em Rosário. 
Mas valeu também por tudo resto e pelo conjunto.

sábado, 14 de novembro de 2015

Sergipe em 4 dias: São Cristóvão, Aracaju, Xingó

Mochilada solo em outubro de 2012 

O menor estado do Brasil visitei aproveitando as milhas da GOL, com objetivos principais de conhecer São Cristóvão (uma das mais antigas cidades do Brasil recentemente tombada também pela UNESCO como Patrimônio de Humanidade), cânions e hidrelétrica Xingó no Rio São Francisco. Bem como a capital Aracaju, onde fiquei hospedado: 3 noites no hotel próximo ao aeroporto e 1 quadra da praia Atalaia - http://www.hotellitoral.com.br/
Foi bastante improvisado, mas deu certo: gostei muito desta pequena aventura e tirei centenas de fotos.

Diário:
03.10.2012. cheguei às 15 h, táxi, check-in no hotel, passeios na Atalaia.
04.10.2012. Tomei banho do mar logo cedo, e logo fui a São Cristóvão de ônibus, com conexão no centro de Aracaju. Voltei para Aracaju no meio de tarde, andei pelo centro... Já a noite cheguei no Shopping. Depois voltei para Atalaia de ônibus.
05.10.2012. Só Atalaia, com banho e caminhadas.
06.10.2012. Café de manhã e check-out cedo, excursão de dia inteiro para Xingó. Retorno às 20 h, curti um pouco mais os passeios de Atalaia, por volta de meia-noite peguei táxi para aeroporto.




Relatos:

domingo, 27 de setembro de 2015

Para Huayna Picchu de manhã cedo

Terça-feira, 3 de fevereiro. Chegou o ponto culminante da nossa aventura: visita a Machu Picchu, e até com direito de subir o pico de Huayna Picchu (há outras grafias deste nome) que literalmente paira sobre este monumento arqueológico.


Deu tudo certo, e este dia poderia valer a viagem toda,  mesmo fosse única conquista relevante nesta vez. Mas foi melhor ainda, não perdemos nenhum dia sem agregar novas  impressões inesquecíveis, e esta escalaminhada ficou marcada como a mais brilhante das páginas desta aventura pelo Sul de Peru.

Tudo começou antes do amanhecer: às 6 da manhã micro café da manhã no hotel, e antes dass 6:30 já compramos passagens e embarcamos no "ônibus urbano Machu Picchu" que circula entre centro da cidadezinha Áquas Calientes e entrada de uma das "Novas Sete Maravilhas do Mundo." Vamos! Foi possível ir a pé também, faz bem para saúde e para bolso (a passagem de ida e volta custa 24 dólares), mas os nossos ingressos para acesso a Huayna valem apenas para período das 7 a 8 de manhã, a este acesso fica a uns 10 km de Áquas Calientes, e ainda 400 m acima.

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Plano de aventura na Patagônia: 2 semanas a partir de 20.01.2016

Plano de mochilada a dois, em janeiro-fevereiro de: sul da Argentina e um pedacinho de Chile 

Já compramos as passagens aéreas, separando em 3 trechos mas em um bilhete só, com TAM+LANARGENTINA conseguimos boa combinação de preço e horários: só voos diurnos e aeroportos bem localizados. Chegada em Buenos Aires AEP  no dia 20.01.2016 às 14 h, embarque de volta no dia 04.02.2016 às 11 h (também de AEP). E o terceiro trecho, El Calafate - Buenos Aires AEP saiu quase de graça: no dia 03.02.2016, 12:35 - 15:30.

Portanto, a parte terrestre vai rolar de B.A a El-Calafate e em torno deste último ponto. 

Estamos planejando partir de Buenos-aires já no dia de chegada, em ônibus noturno a Puerto Madryn. Depois de duas pernoites lá, com visitação de dia inteiro à Península Valdés (Patrimônio Natural de Humanidade, UNESCO
http://whc.unesco.org/en/list/937), seguiremos da Patagônia Norte à Patagônia Sul.

No trecho de Puerto Madryn até Perito Moreno haverá uma escala, provavelmente em Comodoro Rivadavia. A pequena cidade Perito Moreno (ainda não é glaciar, não!) atrai com outro objeto de Patrimônio Natural de Humanidade:
http://whc.unesco.org/en/list/936
 - Cueva de las Manos, Río Pinturas, e com lagos e montanhas da região.

Próxima parada em El Chalten: caminhadas com vistas da monte Fitz Roy etc. E de lá já é relativamente perto a El Calafate, com seus lagos, glaciares (Perito Moreno e outras) e demais atrações:
http://whc.unesco.org/en/list/145
Pensamos chegar lá já no início da segunda semana e aproveitar bem o pedaço.

Em particular, fazer uma esticada de 2-3 dias para parque nacional Torres del Paine, já no Chile:
http://www.conaf.cl/parques/parque-nacional-torres-del-paine/

Todas dicas e observações sobre este roteiro (logística, hospedagem, atrações etc.) são bem vindas.
Caso haja planos semelhantes para mesmo período, convidamos ir juntos, pelo roteiro completo, ou em uma parte.
Podemos conversar sobre possíveis desvios, adaptações etc., para atender interesse de todos.

Com forte abraço a todos quem gosta de mochiladas livres!