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sábado, 29 de agosto de 2015

Arequipa, Colca, Machu-Pichu, Cusco e região

Mochilada a dois pelo sul de Peru, 11 dias em janeiro-fevereiro de 2015 

Considerando que visita à Machu Picchu com direito de subir ao pico Huayna-Picchu agora precisa ser reservada pelo menos um mês antes, nós providenciamos tais ingressos para dia 3 de fevereiro, e logo compramos também passagens de trem Ollantaytambo - Águas Calientes (dia 2) e de volta (dia 4).  Depois reservamos hotéis para 9 das 11 noites do roteiro, deixando mais uma para excursão de Cânion Colca e outra para ônibus Arequipa - Cusco (passagem já foi comprada pela internet). Este plano deu certo, mas houve também espaço para improvisos. O principal objetivo da viagem foi, é claro, a visitação de Machu-Picchu, com seu vizinho pico Huayna-Picchu. Completam a lista de prioridades os centros históricos de Cusco e de Arequipa, bem como as principais atrações nas suas regiões. Portanto, houve duas possibilidades, ambas com passagens aéreas disponíveis, preços e horários equivalente: começar em Cuzco e Vale Sagrado e depois seguir para região de Arequipa, ou vice-versa. Escolhemos a segunda mais em função do dia para qual conseguimos reserva de vagas para escalaminhada de Huayna-Picchu, mas a primeira seria mais coerente em razão das altitudes. Embora Arequipa fica 1 km abaixo de Cuzco (2,3 e 3,3 mil metros respectivamente), o Vale do Colca, e, principalmente, o caminho para lá representam o maior desafio (3,6 e até 4,9 mil), já a Machu-Picchu pueblo é simplesmente o mais baixo local deste roteiro (2 mil metros). sofremos um pouco por isso, mas, em compensação, levamos tremenda sorte com condições de tempo: raros dias de sol nesta temporada coincidiram com a nossa presença em cada local.

Roteiro (pernoites): 
Arequipa (2 noites) - Chivay (1) - cânion Colca - Arequipa - (ônibus noturno) - Cusco - Ollantaytambo (1) - Águas Calientes (2 noites, dia em Machu-Picchu) - Cusco (4 noites, com saídas para Pisac e outras).



Diário:

28.01. quarta. Voos São Paulo - Lima - Arequipa, com vistas de Andes e do Lago Titikaka; chegada às 16:15, contatos com agências de turismo e passeios pelo centro;
29.01. quinta. Arequipa: mirantes, Catedral, convento Santa Catalina, demais igrejas e museus, passeios pelo centro histórico;
30.01. sexta.  Pela manhã excursão de ônibus: Reserva Nacional Salinas - Aguadas Blancas; à tarde chegada em Chivay (Vale do colca); águas termais; à noite show folclórico;
31.01. sábado. Excursão de ônibus: Vale e Cânion do rio Colca, retorno à Arequipa; às 20:30 saída de ônibus para Cusco;




terça-feira, 25 de agosto de 2015

Arequipa, PERU


A segunda maior сidade de Peru depois da capital (quase 1 milhão de habitantes na área metropolitana), importante centro industrial e logístico, guarda também sua valiosa herança cultural e arquitetônico. Foi fundada por espanhóis em 1540 e desde então ganhou vários outros nomes e apelidos: os mais conhecidos são: "Ciudad Blanca", "Capital Jurídica del Perú" e "Roma de América". O inconfundível estilo da sua arquitetura («Escuela arequipeña») é baseado no uso de pedra vulcânica clara, que facilita caprichos de acabamento externo. A cidade fica na altitude média de 2335 m, rodeada de vulcões e outros picos nevados. O clima é seco, esta região de fato é a margem norte do deserto de Atacama, e as chuvas (não muitas) só ocorrem de dezembro a março. A UNESCO reconheceu como Patrimônio de Humanidade inicialmente dois objetos do seu centro histórico: convento de Santa Catalina e conjunto de igrejas de pedra branca, mas os esforços de conservação e recuperação da zona central resultaram em expensão deste título para Centro Histórico como um todo (registrado desde 2000 sob No.1016). A cidade é bonita e agradável: culta, recebe bem os turistas, mas sem assédio que ocorre em algumas outras cidades peruanas. A sua ótima infraestrutura serve também como base de apoio para exploração da vasta região rica em atrações naturais.


sexta-feira, 24 de julho de 2015

Vale e Cânion de Colca, com condors e outras maravilhas

31.01.2015, sábado: na parte de manhã conhecemos boa parte do vale do rio Colca e início do cânion, um dos mais profundos do mundo.


Café de manhã foi servido ainda nantes de amanhecer, planejamento perfeito para chegar ao cânion antes das nuvens, e com condors ainda em plenas condições de voo. Deixanmos o hotel, entramos no nosso ônibus vermelho, e começasmos esta exitante jornada. A cidade de Chivay fica na altitude de 3635, é a maior no vale (7 mil habitantes),  e parece que só aqui há uma ponte rodoviária sobre o rio Colca. Outras cidades são menores ainda, e se enontram pelos dois lados do rio. Estamos seguindo pelo mesmo lado esquerdo e a dez quilômentos de Chivay entramos à sua vizinha Yanque (3417 m, 2,5 mil hab.) - lá também há hotéis, até mais chique, como aquele onde embarcaram duas turistas francesas que se separaram do grupo na tarde anterior. 

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Arequipa premium

Há muito mais Arequipa para quem gostou da sua praça principal e do famoso convento, e quer apreciar outras cantos do centro histórico. No mínimo, podemos conhecer alguns outros destaques da arquitetura religiosa.



Estes quarteirões são literalmente recheados de antigas igrejas, construídas de pedra vulcânica quase branca, ligeiramente rosada,  com impressionante acabamento externo. 

terça-feira, 16 de junho de 2015

Convento de Santa Catalina em Arequipa

Estes dois quarteirões de Arequipa - não apenas uma das suas principais atrações, também é uma "cidade dentro da cidade", o miolo do centro histórico da segunda metrópole do Peru. Na lista do Patrimônio de Humanidade da UNESCO ele entrou pela inicialmente com um objeto separada, e mais tarde, depois que outras joias antigas da Arequipa foi incluídas como mais um objeto, os dois foram reunidos sob o título "centro histórico de Arequipa." E conhecê-lo por completo significa entar também nesta cidadela.

O mosteiro (convento) foi fundado em 1579, o ano, mas das suas construções iniciais sobrou pouco, por causa  dos terremotos devastadores dos anos 1660 e 1687. A maior parto do que vemos lá hoje surgiu após estas catástrofes, entretanto o complexo como um todo combina os estilos de arquitetura dos séculos XV-XIX, muito naturalmente, já que se desenvolveu de forma contínua. O único campanário desta cidadela religiosa foi construído em 1748.



Ao lado do campanário fica aquele portão por onde deste 1970 pode entrar qualquer um - chegando no o horário de expediente do museu e pagando o ingresso. Mas nem todo convento se transformou em museu - no setor norte ainda há uma parte em atividade, bem escondida e com entrada da outra rua.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Bom dia, Arequipa!

Chegamos em Arequipa até o final do dia 28 de janeiro, sob a chuva fina, e não levamos a câmera para primeiras voltas pelo centro da cidade. Em compensação, resolvemos todos os problemas organizacionais: o câmbio de valor restante (no aeroporto de Lima trocamos só o mínimo necessário), compra de excursão de dois dias para o Vale e Cânion do Rio Colca, saída no dia 30 de manhã, algumas compras (suco, água, biscoitos, aparelho de barbear). Por causa da diferença de três horas de fuso-horário e da longa viagem que começou bem cedo, fomos dormir já entre 20 e 21 h no horário local...

E no dia 29 pouco depois do amanhecer já subimos no teto panorâmico do nosso modesto hotel. Manhã ensolarada nos deu uma boa vista para vulcões próximos à Arequipa, neste pedaço se destaca o pico de Chachani, com proeminência topográfica de quase dois quilômetros e altitude total de 6075 m.



Bem mais perto, na distância de apenas uma quadra daqui podemos ver uma das igrejas do complexo São Francisco