Embora a cidade de Oruro não é considerada como um destino turístico, possui atrações próprias de grande importância. A mais tradicional é o local onde nasceu a atual bandeira da Bolívia (em 1851) - El Faro de Conchupata. Dos velhos tempos chegou também a Festa de Virgem de Socavón, mas esta se tornou mundialmente conhecida como "Carnaval de Oruro" só nas últimas décadas, quando tomou formas de festival de danças folclóricas. Já no início de 2013 foi inaugurada a estátua da Virgem Maria, localizada na colina quase 100 m acima da cidade, de valor artístico indiscutível e de tamanho muito expressivo. Com seus com 45 m de altura supera tanto as do Cristo de Corcovado, Rio de Janeiro (38 m) e da Concôrdia, Cochabamba (40 m), e até chegou a ser declarada como a maior estátua da Virgem Maria no mundo e o maior monumento religioso da América do Sul, embora estes dois títulos são bastante discutíveis.
Reforçando o poder alquímico de pensamento positivo pela prática de viagens semi-improvisadas
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Oruro, BOLÍVIA
Cidade fundada em 1606, altitude 3735 m, população 265 mil habitantes - 4-a maior cidade da Bolívia e segundo mais importante polo urbano de Altiplano (considerando La Paz - El Alto como uma só área metropolitana). É o principal centro de mineração na Bolívia, grande centro de logística, cultura e educação. Oruro encontra-se praticamente no foco da malha viária da Bolívia e possui boas conexões com principais cidades e regiões do país. Fica próximo ao trevo das duas mais importantes rodovias: Ruta 1, La Paz - Oruro - Potosí - Tarija - Bermejo (fronteira com Argentina), passa pelo contorno da cidade; Ruta 4, deriva da Ruta 1 só 40 km ao norte de Oruro e segue para Cochabamba - Santa Cruz - Puerto Quijarro (fronteira com Brasil); Ruta 12 faz ligação direta de Oruro com Ruta 4 no sentido de Cochabamba; Ruta 6 para Sucre, deriva da Ruta 1 a 20 km de Oruro (ao sul); Ruta 30 para Uyuni, deriva da Ruta 1 mais ao sul de Oruro, em Challapata (120 km). Assim, o "Terminal de buses de Oruro" oferece linhas diretas pelo teritório nacional quase todo e atende não só moradores e visitantes de Oruro mas também passageiros em tránsito que aproveitam conexões. Por sinal, é muito bem localizado, entre o centro da cidade e a sua periferia norte, e cercado de muitos hoteis de várias categorias.
Embora a cidade de Oruro não é considerada como um destino turístico, possui atrações próprias de grande importância. A mais tradicional é o local onde nasceu a atual bandeira da Bolívia (em 1851) - El Faro de Conchupata. Dos velhos tempos chegou também a Festa de Virgem de Socavón, mas esta se tornou mundialmente conhecida como "Carnaval de Oruro" só nas últimas décadas, quando tomou formas de festival de danças folclóricas. Já no início de 2013 foi inaugurada a estátua da Virgem Maria, localizada na colina quase 100 m acima da cidade, de valor artístico indiscutível e de tamanho muito expressivo. Com seus com 45 m de altura supera tanto as do Cristo de Corcovado, Rio de Janeiro (38 m) e da Concôrdia, Cochabamba (40 m), e até chegou a ser declarada como a maior estátua da Virgem Maria no mundo e o maior monumento religioso da América do Sul, embora estes dois títulos são bastante discutíveis.
Embora a cidade de Oruro não é considerada como um destino turístico, possui atrações próprias de grande importância. A mais tradicional é o local onde nasceu a atual bandeira da Bolívia (em 1851) - El Faro de Conchupata. Dos velhos tempos chegou também a Festa de Virgem de Socavón, mas esta se tornou mundialmente conhecida como "Carnaval de Oruro" só nas últimas décadas, quando tomou formas de festival de danças folclóricas. Já no início de 2013 foi inaugurada a estátua da Virgem Maria, localizada na colina quase 100 m acima da cidade, de valor artístico indiscutível e de tamanho muito expressivo. Com seus com 45 m de altura supera tanto as do Cristo de Corcovado, Rio de Janeiro (38 m) e da Concôrdia, Cochabamba (40 m), e até chegou a ser declarada como a maior estátua da Virgem Maria no mundo e o maior monumento religioso da América do Sul, embora estes dois títulos são bastante discutíveis.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Moscou, RÚSSIA
A maior metrópole a Rússia e da Europa toda, uma cidade que reúne história e modernidade e oferece atrações de vários gêneros. Foi fundada antes de 1147 (quando foi pela primeira vez mencionada em fontes escritas que sobreviveram até agora), e alguns séculos mais tarde se tornou a capital da Rússia. Perdeu este estatuto para recém-fundada São-Petersburgo em 1712, e recuperou depois de Revolução de 1917. Atualmente tem 12 milhões de habitantes no município e 17 na área metropolitana. Esta inclui 70 municípios vizinhos e forma uma "cristal de neve" em torno de núcleo central, com base em vários raios rodo-ferroviários centrados na capital. Localizada praticamente no centro da parte europeia da Rússia, altitudes 118 - 255. O perfil do terreno rendeu um dos mais conhecidos apelidos: "Cidade sobre 7 colinas". Os outros são também reveladores: "Cidade de pedra branca", "Cidade de telhados dourados", "Porto de cinco mares", "A terceira Roma". Como sugerem estes nomes, há muita história e muitas joias da arquitetura antiga nas suas ruas e praças. O reconhecimento disso podemos encontrar na própria Lista UNESCO de Patrimônio da Humanidade: 3 dos seus objetos se encontram dentro da cidade e mais 2 na distância de uma excursão curta, tipo bate-volta no mesmo dia. É um dos casos raríssimos em todo o planeta.
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Belo Horizonte - MG
domingo, 29 de dezembro de 2013
Cochabamba, BOLÍVIA
Cidade fundada em 1571, altitude 2570 m, 3-a maior metrópole da Bolívia com população mais de um milhão de habitantes (e superando 1,7 mi na área metropolitana). Destino obrigatório para quem queira conhecer o miolo da Bolívia, a parte central do país composta por vales férteis e bonitas montanhas, com ótimo clima e sustentabilidade da tradicional economia baseada na agricultura. A mais importante cidade desta "Bolívia do meio" é justamente a Cochabamba, enquanto a Santa Cruz faz este papel para planícies do leste e a conurbação La Paz - El Alto para altiplanos do oeste. Assim, os títulos da "Cocha" não devem surpreender: "El Granero de Bolivia", "Ciudad jardín de Bolivia", "Capital Gastronómica de Bolivia", "Corazón de Bolivia" e "Corazón de la Madre Tierra", nada menos que isso. E ainda conhecida como "Ciudad de la Eterna Primavera", o que deixa ainda claro seu privilégio climático. A Cochabamba é muito mais interessante do que possa pensar um viajante desavisado. E mesmo para quem se contenta com olhar superficial e com corrida atrás dos "must see" impostos pela mídia, uma paradinha aqui é obrigatória - pelo menos para conhecer a maior estátua do Cristo no mundo.
Mas a grande cidade aos pés do Cristo de la Concórdia é surpreendentemente agradável e merece de ser visitada com calma. Não é nada difícil explorar o centro de Cochabamba e suas proximidades. A planta das ruas é retangular, 100 por 100 m, e eixos principais no centro são Av. Ayacucho (norte-sul) e Av. Heroínas (leste-oeste). O terminal rodoviário fica na Av. Ayacucho, 1,1 km ao sul do cruzamento das mesmas. Quase toda parte central cabe no quadrante ao sul e ao leste deste cruzamento, e o convento Santa Teresa é uma das exceções, está um pouco mais ao norte. O teleférico de Concórdia fica a menos de 2 km ao leste do tal cruzamento, apenas 20-30 min de passeio (depende de ritmo de cada um) pela Av. Heroínas ou em paralelo.
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terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Samaipata, BOLÍVIA
Há duas atrações importantes dentro da própria cidade: bonita Plaza Principal com igreja central e vários serviços no seu perímetro; Museu Histórico e Arqueológico que fica a 3 quadras da praça, no sentido de rodovia. O ingresso ao Museu (BOL$ 50 para estrangeiros) inclui também a visitação de El Fuerte localizado a 10 km da cidade, na altitude acima de 1850 m. El Fuerte pode ser visitado a pé, o passeio de 2 horas de ida e 2 de volta em média é agradável. Quem está com mais pressa conta com serviço de táxi lotação, a partir da praça principal de Samaipata (BOL$ 80 por corrida de ida e volta, incluindo até duas horas de espera).
O sítio arqueológico é composto de duas partes: uma grande rocha esculpida com finalidades ritualísticas e restos das construções ao seu redor, um pouco abaixo. Este local foi usado por índios da cultura Mojocoya por mais ou menos um milênio, desde ano 300 d.C. aproximadamente, e pelo menos na segunda metade desse período, entre 800 d.C e 1300 d.C. de forma contínua. Depois houve relativamente curtos períodos dos incas, que penetraram do norte no século XIV e criaram aqui capital de uma província fronteiriça, e dos índios guerreiros guaranis vindos da região Chaco (Chiriguanos, por volta de 1520). E logo começou o domínio espanhol que realmente criaram um importante forte neste local, bem no caminho principal entre Lima e Assunção. Nesta épocas as três ondas de invasores levantaram várias construções de importância militar, administrativa ou agrícola, cujos restos cercam o monólito milenar.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Santo Ângelo - RS
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Porto Alegre - RS
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Natal - RN
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Aracaju - SE
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Bolívia de avião
Atualmente o seu voo diário OB-736 sai de Santa Cruz Internacional VVI às 9:25 e chega a São Paulo Internacional GRU 3 horas depois (conte ainda a diferença de fuso-horário em 1 hora). De fato, este voo começa em La Paz às 6:50, mas o controle migratório ocorre em VVI, portanto esta parada é longa. De volta BoA decola em GRU às 15:30, e o destino depende do dia de semana. Terças, quintas e sábados: Cochabamba (OB-737), outros 4 dias: Santa Cruz (OB-739, este não estica até La Paz, não).
Do lado brasileiro a GOL opera o voo G3-7600, São Paulo Internacional GRU - VVI Santa Cruz Internacional com partida às 11:05, em pleno dia. Retorno como G3-7601 às 12:50 (no horário de verão, que não é praticado na Bolívia).
Entretanto, a TAM também está presente neste mercado, por meio da sua subsidiária paraguaia TAM Mercosur. A sua desvantagem é a conexão obrigatória em Assunção, que aumenta o tempo de viagem para 5,5 ou 6 horas. Partidas de São Paulo Internacional GRU diariamente às 9:10 (PZ-0713), de volta de Santa Cruz Internacional VVI às 13:40 (PZ-0701).
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