Vizinha da famosíssima Ouro Preto, por muito tempo estava na sua sombra. A pequena distância rodoviária (12 km entre centros) e a existência de trem turístico entre ambas (de sexta a domingo 2 vezes ao dia) encorajaram alguns visitantes em conhecer a Mariana também, mas até os anos 90 poucas construções históricas estavam em boas condições. E só recentemente a restauração desse patrimônio atingiu níveis dignos, convidando mais e mais viajantes a curtir uma das mais importantes cidades históricas brasileiras.
Fundada em 1686, logo se tornou centro administrativo desta parte da colônia, conquistando tal posição em disputa de produção anual de ouro. Mais tarde, uma das suas vilas cresceu, foi emancipada, assumiu funções da capital e ofuscou o centro velho. Com isso, a Mariana escapou também de desenvolvimento explosivo, e ruas da sua parte central continuaram com poucas mudanças nos últimos séculos.
As três praças principais estão bastante próximas entre si. A mais marcante, inclusive pelo nome, é a Praça Minas Gerais, com suas duas igrejas clássicas, bem parecidas e com orientação ortogonal uma a outra.
Esta é Igreja São Francisco de Assis (1763-1794), conhecida pelas contribuições dos Mestres Aleijadinho e Ataíde.

