quinta-feira, 2 de maio de 2019

Duas lendas do Maranhão

Mochilada a dois pelo norte do MA, 6 dias em fevereiro de 2018

Foi uma viagem bastante curta e sem percorrer grandes distâncias por terra, mas ficou gravada na memórias pelas impressões intensas e muito especiais, simplesmente incomparáveis. Dos nossos seis dias na faixa litorânea do estado de Maranhão  um e meio dedicamos ao Centro Histórico de São Luís, tombado pela UNESCO como monumento de Patrimônio de Humanidade, e mais quatro no Parque Nacional Lençóis Maranhenses e na sua vizinhança - com aquelas paisagens incríveis e com uma combinação improvável de ecossistemas milagrosamente misturados nesta região. O nosso plano inicial, que surgiu em torno das passagens aéreas promocionais (só R$ 800 por dois de ida e volta GRU-SLZ-GRU!) compradas com certa antecedência, funcionou muito bem, e na realidade tudo foi até mais fácil e acessível. As famosas atrações do Maranhão valeram a pena mesmo, e a região como um todo agradou e intrigou: surpreendentemente autêntica e receptiva. Portanto já temos planos de explorar mais as belezas do Maranhão, inclusive longe da Costa Atlântica, e também de conhecer o Litoral de Piaui, vizinho de Lençóis Maranhenses.



Crônicas diárias (de 1 a 6 de Fevereiro de 2018):

Dia 1-o: Chegada em São Luís, Centro Histórico.

Dia 2-o: Centro Histórico и прибрежные бульвары São Luís.

Dia 3-o: Viagem de van de São Luís para Barreirinhas de manhã, à tarde excursão para Lagoa do Peixe.

quinta-feira, 18 de abril de 2019

São Luís - MA

Apelidos e títulos informais: "Jamaica Brasileira", "Ilha do Amor", "Atenas Brasileira", "Cidade dos Azulejos", "Capital Brasileira do Reggae", "Ilha Magnética", "Capital da França Equinocial", "Ilha Bela", “Ilha Rebelde".

Quase metade destas etiquetas começam com palavra "Ilha": e a capital do Maranhão realmente fica numa grande ilha conhecida como Upaon-Açu, embora no cotidiano isso é pouco perceptível. A impressão é de uma ampla península entre duas proeminentes baías do Oceano Atlântico: o canal transversal é estreito, e não faltam amplas pontes que conectam seus dois lados. Então, a maior ilha urbanizada do Nordeste está associada ao Amor, ao Magnetismo, à Beleza e à Rebeldia - uma combinação muito inspiradora para viajantes românticos.

A palavra "Capital" também foi reincidente: tanto do reggae (mas brasileiro), quanto da França (mas equatorial), e também por merecer. O primeiro destes dois títulos capitais combina muito bem com o apelido No.1 da lista toda, e a São Luís realmente esbanja um colorido pseudo-jamaicano. E o segundo evoca a especialíssima história de fundação desta cidade.

Antes de mergulhar nestes registros, cabe vistoriar os apelidos restantes. A analogia de Atenas parece pretensiosa demais, deixaremos do lado. Agora, os Azulejos é algo muito relevante: o Centro Histórico  (tombado pela UNESCO em 1997 sob No.821), é recheado com estes materiais de acabamento  desde a época colonial - na maior parte de origem portuguesa, mas não exclusivamente.



O forte Saint-Louis foi fundado no ano 1612 por uma expedição francesa sob comando do Daniel de La Touche, conhecido também como Senhor de La Ravardière, e o seu nome, que homenageia o famoso Louis IX (1214-1270), evocava também o então rei da França - Louis XIII.  

Os portugueses, que já tentaram se fixar neste pedaço uns cinquenta anos antes, partiram para contraofensiva, em em três anos expulsaram franceses da toda zona equatorial da América do Sul. Logo eles começaram expandir e intensificar o seu controle sore estes territórios, usando o forte de São Luís e a cidade formada em torno dele como sua base principal.  Mas em 1641-1644 houve outra invasão, nesta vez holandesa, cuja ocupação terminou em uma batalha destruidora. 

A cidade foi reerguida de novo, e por muito tempo se tornou capital da parte norte das colônias portuguesas na América (a parte sul estava sendo administrada via Salvador). Já nos tempos do império e da república a sua importância se tornou mais local, e o seu desenvolvimento andou em marcha lenta. Portanto acabou não atingindo tamanho de algumas outras capitais de Nordeste, e a sua componente histórica é relativamente mais pesada. Entretanto, a São Luís de hoje é uma grande cidade (1,1 milhão de habitantes), e em termos de qualidade de vida é considerada como terceira ou quarta em todo Nordeste do Brasil. A sua herança histórica está atraindo interesse cada vez maior, e as belezas da região maior ainda, portanto vale a pena visitá-la.

sábado, 30 de março de 2019

Andaluzia imperdível

Mochilada a dois pelo sul da Espanha, 12 dias em março de 2018

Nesta viagem pelas riquezas históricas e naturais da Andaluzia visitamos nove cidades e um parque nacional - inclusive 5 objetos de Patrimônio da Humanidade UNESCO. Houve seis locais de pernoites (11 no total). Andamos quase mil km de trens de diversas categorias, de ônibus, e até de barco - tudo de dia e com ótimas vistas: muitas paisagens marcantes ficaram gravadas na nossa memória. Os voos entre Madrid e Sevilha também foram interessantes, e a Espanha foi nono país onde utilizamos transporte aéreo doméstico.

Roteiro: (Madrid - Sevilha -) Córdoba (2 noites) - Granada (3) - Antequera (1) - Ronda (1) - Cádis - Jerez de la Frontera (2) - Sanlúcar de Barrameda - PN Doñana - Jerez de la Frontera - Sevilha  (2) - Madrid



Giramos esta volta no sentido horário. Todos nove alvos que aparecem neste mapa valeram a pena, bem como a capital da Espanha que ficou fora do quadro. 


Estamos felizes por aproveitar tão bem todos esses dias, e temos intensão de continuar conhecer a Espanha num futuro próximo, em porções regionais mais ou menos de mesmo tamanho como nesta vez.


Breve diário 

19.03.18. De manhã conexão rápida no aeroporto de Madrid MAD e voo curto até Sevilha SVQ. Ônibus "shuttle" até o terminal ferroviário, e trem expresso até Córdova. Check-in no hotel para 2 pernoites e início dos passeios pelo centro histórico da cidade - um importante monumento de Patrimônio de Humanidade UNESCO.  

domingo, 3 de março de 2019

Barreirinhas - MA

A cidade de Barreirinhas na atualidade é a melhor base para visitação das dunas e lagoas do incrível parque nacional Lençóis Maranhenses e das suas vizinhanças orientais. Foi fundada em 1938, nas margens do sinuoso rio Preguiças, a algumas dezenas quilômetros do seu foz. Distância rodoviária da capital do Maranhão, milionária cidade de São Luís é cerca de 250 km, tudo asfaltado. A população de Barreirinhas já supera 60 mil habitantes - a maior cidade no Nordeste do Maranhão, bem como em toda faixa litorânea desse estado fora da região metropolitana de São Luís.


Esta cidade surgiu a partir dos povoados de pescadores, e o setor pesqueiro da sua economia  continua em pleno crescimento, graças às riquezas do potente rio Preguiças e à proximidade do Oceano Atlântico. Já o setor turístico cresce mais rápido ainda, e estes dois pilares econômicos de Barreirinhas demonstram boa sinergia.

O que simboliza este passeio beira-rio construído sobre palafitas junto ao centro comercial: nos últimos anos ele se transformou em maior referência da cidade. Nos fundos pode ser vista uma duna - "versão demo" das fantásticas vizinhanças, na maior parte protegidas pelo parque nacional:



Entre a duna e o passeio beira-rio se concentra boa parte dos atracadouros para embarcações de pesca, e junto às palafitas predominam as "voadeiras" turísticas. À direita aqui se encontra uma agremiação dos restaurantes turísticos: e estes dois são bastante representativos:

domingo, 17 de fevereiro de 2019

PN Lençóis Maranhenses - MA

O parque nacional Lençóis Maranhenses fica na Costa Atlântica, no nordeste do estado de Maranhão. Foi criado em 1981 e possui área de 155 mil hectares (1,55 mil quilômetros quadrados), sendo mais de 90 mil hectares de dunas móveis e de lagoas temporárias ou permanentes entre essas dunas. 



Ainda não foi reconhecido como Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, mas  no Brasil é muitíssimo bem cotado. Varias pesquisas de opinião colocam Lençóis Maranhenses na primeira dezena das melhores atrações naturais, e o tradicional "Guia 4 Rodas" inclui este fenômeno na seleta lista de atrações "5 estrelas".

O território do parque nacional começa a uma centena de quilômetros ao leste  da capital maranhense, milionária cidade de São Luís, e se estende para leste por mais uma centena de quilômetros. No seguinte mapa da Google ele é destacado pela cor verde mais escura:

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Fim de semana em Santiago e Valparaíso

Passeio a dois nChile, 4 dias em maio de 2012

Foi uma viagem curta e bastante espontânea, mas acabou valendo mesmo, até diria que foi eficiente ao extremo. Não apenas conseguimos aplicar muitíssimo bem as milhas TAM que ameaçaram caducar, mas de quebra iniciamos a exploração de mais um país interessante, aonde voltaremos com certeza. Já nesta primeira investida conhecemos a sua capital Santiago e mais um par de cidades muito especiais do litoral: o balneário de Viña del Mar e o nosso alvo principal - porto histórico de Valparaíso:


(monumento de Patrimônio da Humanidade UNESCO - whc.unesco.org/en/list/959)

Os cartões de visita elaborados após esta viagem: Valparaíso - Santiago - Viña del Mar

Um prêmio extra - desfrutamos dois fantásticos voos diurnos entre São Paulo e Santiago (ida e volta): com widebody В777, na janela do lado de sombra, sem interferência de asas (especialmente para isso escolhemos lugares na cauda). Conseguimos não só reconhecer de cima algumas cidades memoráveis, como também apreciar as maravilhas dos picos nevados da Cordilheira de Andes e a grandeza do Rio Paraná. Entre estas duas marcas imponentes curtimos tantas atrações do Cento-Oeste argentino, que um dos dois no mesmo inverno foi até lá por terra (Córdoba e região, Rosário, Buenos Aires), e dois anos depois ampliou a sua zona de exploração nesta região.  

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

O Uruguai turístico: Montevidéu, Colônia e Punta

Passeio a dois pelo sul dUruguai, 5 dias em outubro de 2010 

Foi uma viagem romântica, para comemorar aniversário de 50 anos de um os participantes. De jeito “mochileiro plus”, quero dizer, com pouca bagagem (mochila leve mais uma bolsa de mão, menor ainda), mas com hotel reservado antecipadamente, netbook a disposição e mais algumas mordomias. 
Formalmente deveria escrever “4,5 dias”, já que voltamos com voo de tarde. Mas gostamos tanto de aeroporto MVD Carrasco e das vistas de janela, que curtimos o Uruguai até o último instante, e as paisagens da Serra Gaúcha na sobremesa. Nesta vez resolvemos ficar com base na capital, reservando 4 noites no bem recomendado hotel Palacio, http://www.hotelpalacio.com.uy/por/hotel-palacio-uruguay-index.php , 35 dólares por noite, sem café d.m., ap-to matrimonial com amplo banheiro (até houve banheira grande) etc.

Objetivos principais: visitar a cidade histórica Colônia del Sacramento, naquela época o único monumento de Patrimônio de Humanidade no Uruguay (whc.unesco.org/en/list/747) e dois outros centros turísticos desse país.  
Roteiro: aeroporto - Punta del Este - Montevidéu - Colônia del Sacramento - Montevidéu - aeroporto
Extensão: uns 660 km, sem contar andanças dentro as cidades.
Meio de transporte principal: ônibus interurbano, suburbano e urbano.



Dia 1º (quinta-feira 14.10.2010)

Voo noturno com pouso às 02:30, desembarque e formalidades sem demora. Trocamos só R$ 150 para começar as atividades. Na verdade, R$ 100 já seria suficiente, o câmbio de aeroporto estava abaixo de expectativa (9,35 peso por real). Conferimos local e horário de ônibus e descansamos um pouco. Às 5:05 embarcamos para Punta no 1-o ônibus do dia, Montevidéu - Punta via aeroporto, Cia. COT http://www.cot.com.uy/ . A rota é servida também pela Cia. COPSA http://www.copsa.com.uy/home.shtml Passagem 149 peso, tanto do terminal Tres Cruces, como do aeroporto, todos ônibus têm wi-fi a bordo.

Chegamos em Punta às 6:45, assistindo o sol nascer entre dedos da escultura na Playa Blava.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Primeira aventura nas alturas: La Paz e Titikaka

Mochilada a dois pelo norte da Bolívia, 7 dias em outubro de 2004

De grosso modo, esta viagem de uma semana em outubro de 2004 foi a nossa primeira incursão séria para fora do eixo Brasil + Rússia.  As dicas de um amigo brasileiro bem experiente no Altiplano Boliviano foram inspiradoras e de grande ajuda, tiramos proveito também de algumas materiais de uma revista para turistas independentes. Essa também foi nossa primeira experiência na utilização das milhas acumuladas em voos entre Brasil e Rússia: uns 20 mil milhas no programa da VARIG - Star Alliance foi suficiente apenas para uma viagem continental dentro da América do Sul. Entre vários destinos disponíveis e interessantes exatamente a La Paz aparentava o mínimo de custos  adicionais com hotéis e excursões. Por exemplo, em Santiago de Chile tais custos matariam uma das duas passagens grátis, porque somando preço da outra passagem eram comparáveis ​​ao preço de dois  pacotes turísticos completos, com passagens aéreas incluídas.

Além das passagens aéreas de ida e volta e de uma lista das principais atrações do pedaço não programamos mais nada com antecedência, e não reservamos nem hotéis, nem excursões. Como resultado, todas as metas foram alcançadas, e ainda guardamos muitas impressões incomparáveis.



O cronograma ficou assim:

09.10.2004. Primeiro dia na Bolívia: aeroporto El Alto e cidade de La Paz.

10.10.2004. Viagem de ônibus até Сopacabana, encontro com o Lago Titikaka, trilhas no entorno.  


11.10.2004. De barco pelo Lago Titikaka, com várias paradas na Ilha de Sol e uma na Ilha de Lua.
Copacabana, Isla del Sol e Isla de la Luna, Lago Titikaka

12.10.2004. Passeios em Copacabana e retorno para La Paz.

13.10.2004. Excursão de meio-dia no sítio arqueológico de Tiwanaku, tombado pela UNESCO.  À tarde mais uma rodada de museus em La Paz.
   
14.10.2004. Meu aniversário nas alturas: excursão para Pico de Chacaltaya (5400 m), via "Valle da la Luna"

15.10.2004.  De manhã passeios em La Paz: à tarde voo para São Paulo. 

sábado, 12 de janeiro de 2019

Punta Tombo - uma metrópole de pinguins e seus vizinhos

22 de janeiro de 2016. Esta pequena mas densamente povoada reserva natural ainda não tem o estatuto de Monumento da Humanidade UNESCO, e nem mesmo de um parque nacional, ela foi estabelecida pelo governo provincial de Chubut. Localiza-se a cerca de 200 km (em linha reta) ao sul do gigantesco e famosíssimo Parque Nacional da Península Valdés, conhecido também como o limite norte do areal atlântico dos pinguins de Magalhães. Mas a maior colônia desses pinguins no mundo é exatamente a Punta Tombo, que conta quase 400 mil habitantes. Seus ninhos são distribuídos ao longo da faixa costeira com cerca de 3 km de comprimento e com largura de até 600 m.

De acordo com a lógica do nosso roteiro de norte a sul, esta visita foi prevista para o dia seguinte - após a excursão pela Valdés, e aproveitada também para mudança de hotel: saindo de Puerto Madryn e chegando em Trelew. Mas por causa da tempestade que ocorreu no dia anterior, as estradas da península estavam interditadas e tivemos que fazer uma permuta que estendeu a nossa romaria pela Patagônia em centenas de quilômetros. Mas não se perdemos nenhum dia, e agora já estamos em Punta Tombo.



Esta é uma verdadeira cidade de pinguins, mas para seres humanos que visitam esta reserva natural lá dentro existem várias trilhas, calçadas e passarelas:

sábado, 5 de janeiro de 2019

A nossa expedição pela Patagônia argentina

Mochilada a dois pelo sul da Argentina, 16 dias em janeiro-fevereiro de 2016

Finalmente conseguimos realizar este plano: o roteiro básico foi detalhado ainda no fim de 2010, mas houve um contratempo na  hora de comprar passagens, seguido por outros motivos de adiamentos.  E nossa paciência valeu a pena, quando este plano amadureceu o suficiente deu tudo certo. Foi muito bom sem pressa atravessar estas regiões incríveis, andar por aquelas trilhas... Gostamos tanto dos três destinos-alvos (tombados pela UNESCO), quanto dos lugares que serviram de conexão entre estes.



O roteiro terrestre foi formatado de acordo com passagens aéreas espertas: não apenas ida e volta entre São Paulo e Buenos Aires (GRU-AEP-GRU), mas com acréscimo de mais um voo interno El Calafate  - Buenos Aires (FTE-AEP) no penúltimo dia, este último saiu quase de graça - por volta de R$ 100 por pessoa. Assim reservamos 15 dias para ir por terra da capital argentina ao sul, tentando conhecer tudo do mais interessante que estiver pelo caminho, incluindo obrigatoriamente os três monumentos de Patrimônio da Humanidade nesta parte da Argentina. E a nossa  trajetória real foi de modo geral conforme previsto (Plano de aventura na Patagônia: 2 semanas a partir de 20.01.2016), mas a rodagem total ficou maior - quase 5 mil km. Isso foi devido basicamente às longas esticadas bate-volta entre cidades de apoio e atrações principais, com contribuições de uma interferência climática e de algumas particularidades das linhas de ônibus na Patagônia.   

Rota (pernoites): 
Buenos Aires - (ônibus noturno) - Puerto Madryn (2 noites) - Península Valdés - Trelew (1) - Gaiman - Comodoro Rivadavia (1) - Las Heras (1) - Perito Moreno (1) - Cueva de las Manos, Rio Pinturas - (ônibus noturno) - El Chaltén (1) - El Calafate (5 noites, com excursões pelas geleiras) - voo interno - Buenos Aires (1)


Conexões de ônibus entre Buenos Aires e El Calafate

Fotos da Província Chubut:
Puerto Madryn - Península Valdés - Punta Tombo - Trelew - Gaiman - Comodoro Rivadavia

Fotos da Província Santa Cruz:
Las Heras - Perito Moreno (cidade) - Cueva de las Manos, Rio Pinturas - El Chaltén e suas trilhas - Geleira Perito Moreno, parte terrestre - Geleira Perito Moreno, parte aquática - Estancia Cristina - Lago Argentino, Braço Norte - El Calafate

Fotos aéreas:

FTE-AEP A320 LAN - AEP-GRU A320 TAM


Breve diário anotado no caminho:


20.01.2016.  NEGÓCIOS EM BUENOS AIRES

A capital da Argentina já desbravamos razoavelmente bem em 2012-2013, e nesta vez o principal negócio foi a conexão intermodal: de avião para ônibus com 5 horas entre a chegada para o Aeroparque AEP e a partida do principal terminal de ônibus Retiro. Desembarcamos na hora programada, rapidamente passamos pela fronteira e pela alfândega, já que carregamos apenas a bagagem de mão - uma modesta mochila e uma pequena bolsa.  Meia hora depois, já estávamos na rodoviária, chegando em um ônibus urbano comum. Confirmamos na bilheteria da empresa DON OTTO a validade das passagens compradas pela Internet, recebemos números das possíveis plataformas de embarque, e deixamos a bagagem no guarda-volumes automático.

Então sobrou um tempinho para negócio número dois: andamos pelas praças e ruas do centro, almoçamos, compramos provisões para a viagem e, o mais importante, visitamos uma das agências de viagens. Lá apreciamos os preços argentinos de excursões em El Calafate, o último e principal destino do nosso roteiro, e entendemos que desistimos das compras antecipadas pela Internet com toda razão. No fim das conversas compramos em Buenos Aires apenas 2 tours diários: o básico e o um dos três que foram visados além dele - aquele que registrou a maior quada de preço. Mais uma excursão foi simplesmente excluída, já que, em muitos aspectos, ela repetia partes dessas duas, e um dia livre seria bem vindo. Já a decisão sobre mais uma opcional, como, por exemplo, de invadir o Chile (PN Torres del Paine próximo à fronteira), foi adiada até os últimos dias da viagem.